Como saber se meu negócio é lucrativo?

Depois de todo o esforço para começar uma empresa, muitas vezes do zero, o empreendedor precisa saber se o negócio é lucrativo o suficiente para se manter em pé e, por que não, para consolidar a sua satisfação pessoal. Todo o empreendedor busca o lucro, mas como saber se o negócio é lucrativo?

Primeiro, precisamos entender a diferença entre os conceitos de “Lucro”, “Lucratividade” e “Rentabilidade”. Embora possam se parecer e tenham ligações entre si, eles consistem em indicadores diferentes sobre o desempenho financeiro da empresa:

Lucro

É o valor de dinheiro que a empresa ganhou após realizar a venda e debitar todas as despesas (fornecedores, funcionários, despesas fixas, impostos, etc). Normalmente utiliza-se o termo “Lucro Líquido”. 

Lucratividade

A lucratividade é um indicador essencial para compreender a situação financeira da empresa, pois ela indica o ganho que o negócio consegue agregar sobre o trabalho que foi empregado. Ela é representada na forma de porcentagem e pode ser analisada em um período específico, como mensal, trimestral, semestral, anual ou qualquer outro. Para calcular o percentual de lucratividade, fazemos a relação entre o lucro líquido e a receita total do período desejado.

Rentabilidade

Apesar de depender dos dois conceitos anteriores, a rentabilidade é a relação entre o valor do lucro líquido e o investimento realizado para montar o negócio (maquinário, mobiliário, licenças, etc). É costume mensurar a rentabilidade dividindo o capital inicial da empresa pelo lucro líquido anual para estimar em quantos meses o negócio recuperou o dinheiro investido e quanto ele já estaria rendendo. Se um negócio demora muito para recuperar o valor investido, ele pode ser considerado não rentável. 

Também é importante entender que um negócio pode ser lucrativo sem necessariamente ser rentável, mas o ideal do empreendedor é atingir os dois objetivos.

Como posso saber se o negócio está dando lucro?

Para saber se o seu negócio é lucrativo, é necessário botar a mão na massa e fazer alguns cálculos para a estimativa da lucratividade utilizando a seguinte fórmula:

Lucratividade (em %) = (Lucro Líquido) X 100
(Receita Total)

Exemplo: Supondo que uma empresa tenha tido uma receita total de R$ 100 mil reais, e após debitar as despesas do mês tenha sobrado um lucro líquido de R$ 15 mil reais:

Lucratividade % = ( 15.000 ) X 100 = 0,15 X 100 = 15
(100.000)

Lucratividade = 15%

Da mesma forma, qual seria a lucratividade anual de uma empresa cuja receita total é R $573.000,00, com um lucro líquido de R $35.550,00?

Lucratividade = ( 35.780,00 ) X 100 = 6,24432...
( 573.000,00 )

Lucratividade = 6,24 % a.a.

Agora que você já sabe como fazer o cálculo para saber se o seu negócio é lucrativo, é hora de dar mais um passo adiante:

O controle e a organização do setor financeiro da sua empresa é a chave para o sucesso das suas metas de lucratividade. Por isso, considere contar com ajuda especializada para impulsionar o seu negócio e lucrar mais!

A Ampulheta Gestão Financeira é uma empresa focada em proporcionar serviços de terceirização do setor financeiro para pequenas e médias empresas. Somos a primeira empresa do Brasil especializada neste mercado, e contamos com uma equipe multidisciplinar pronta para apresentar soluções que melhorem os resultados do seu negócio!

Entendemos que cada cliente é único e merece um atendimento personalizado de acordo com as suas necessidades e objetivos.


Entre em contato conosco e conheça a nossa proposta.

 Você será muito bem-vindo!

Qual é o momento certo de pedir crédito para minha empresa?

Existem várias razões para buscar recursos para o seu negócio. A falta de capital de giro, a oportunidade de abrir uma filial ou o investimento em inovações e marketing para ganhar espaço no mercado são apenas alguns dos bons motivos para buscar apoio financeiro em fintechs e bancos. A verdade é que um empréstimo pode ser um grande facilitador para a empresa, mas também pode proporcionar momentos de dificuldades, caso seja obtido em uma situação inoportuna. 

Seja por pouca experiência ou falta de informação, muitos empreendedores caem na armadilha de pegar empréstimos pelas razões erradas e acabam gastando mais do que faturam, usando o empréstimo para postergar uma situação e não para alavancar o negócio e fazê-lo crescer.

Usar o empréstimo de maneira inteligente significa recorrer a ele quando você tem uma receita no futuro ou possui previsão de concretizar vendas, mas precisa de algum dinheiro agora para poder garantir que aconteça, seja para comprar estoque, reformar ou adotar uma tecnologia nova.

Mas qual é o momento certo para pedir crédito?

A decisão de tomar um empréstimo para sua empresa pode envolver muitas variáveis. Neste artigo, vamos elencar algumas delas para que você saiba por onde começar. No entanto, o primeiro e mais importante passo a dar sempre será conhecer bem o próprio negócio e entender qual diferencial competitivo a operação financeira pode proporcionar para sua empresa. Afinal, o que não gera valor, gera desperdício, e não é isso que a gente quer. Confira algumas dicas:

Analise os motivos para a solicitação do crédito

Isso pode ser decisivo para a solicitação ou não do crédito empresarial. Tenha clareza sobre como será usado o dinheiro. Ou seja, elabore um plano de ação para que tanto a sua empresa quanto a instituição financeira saibam previamente onde será investido o recurso. 

Também, delimite o uso desse dinheiro e estabeleça um controle interno para evitar que ele seja escoado para outras áreas do negócio que não estavam previstas, esgotando-se antes que a empresa obtenha o retorno do investimento.

Avalie as condições para pagar o empréstimo

Apesar de ser um salvamento em muitas ocasiões, é necessário ter em mente que o empréstimo é um produto financeiro que tem um custo para a sua empresa e que mais dia, menos dia, o fornecedor deverá ser ressarcido para que sua empresa não se torne inadimplente no mercado.

Ao solicitar um crédito, analise o rating do seu negócio, com um olhar criterioso sobre as reais condições financeiras da sua empresa e a situação do seu nicho de mercado. Assim como em qualquer outro investimento, o dinheiro do empréstimo aplicado precisa ter um retorno sobre o investimento (ROI), com o diferencial que parte desse retorno deve ser destinado à quitação do saldo devedor e dos juros do crédito.

Renegociar dívidas

É uma prática que pode fazer parte da estratégia de qualquer empreendedor, sobretudo quando o fluxo de caixa é aberto, dificultando o cumprimento de todas as responsabilidades mensais. 

Essa alternativa é válida, principalmente quando a nova dívida contraída apresenta melhores condições de contratação, com taxas de juros mais baixas ou parcelas que acompanham a variação de faturamento mensal da empresa.

Expandir o negócio

Todo empreendedor tem como objetivo fazer o próprio negócio crescer. No entanto, para que esse crescimento aconteça de forma apropriada, é necessário criar estratégias eficientes para garantir a manutenção dos bons resultados durante a jornada — o que exige capital. Esse, portanto, é um caso em que vale a pena avaliar a possibilidade de adquirir um empréstimo.

Independente do motivo, solicitar uma linha de crédito para a sua empresa pode ser uma manobra delicada que requer atenção. Se a sua despesa está sendo maior do que a receita ou se a receita da sua empresa está aumentando, mas o seu lucro continua o mesmo, isso significa que algo não está indo bem no seu negócio. Nesse tipo de situação, correr para o empréstimo para “tapar” essas falhas, pode gerar um prejuízo maior ainda.  O indicado é contratar uma consultoria especializada com habilidade para identificar onde está a falha, antes de contratar um crédito. Agora, para contratar esse tipo de serviço, sua empresa precisa de um empréstimo, aí sim entra o uso de um empréstimo de forma inteligente.

Entre em contato com a nossa equipe para saber o que a Ampulheta pode fazer pela sua empresa hoje.

Para quem é indicado o BPO financeiro?

O departamento financeiro é onde todas as decisões importantes realmente tomam forma. Quando uma empresa começa finalmente a deslanchar e os seus negócios a darem mais frutos, os seus processos internos naturalmente se tornam mais complexos e exigem maior atenção para serem realizados com eficiência. Nem todas as empresas estão totalmente preparadas para este momento, mas é possível contar com ajuda! Para isso existe o BPO Financeiro, que é um serviço ideal para o empreendedor que se encontra nesta situação.

O que é BPO financeiro?

É possível que você já tenha se deparado com essa sigla em algum lugar, mas o que significa BOP financeiro? O BPO vem do inglês “Business Process Outsourcing”, algo como “Terceirização dos processos de negócios” e, neste caso, dos processos financeiros. Logo, o BPO financeiro é a terceirização dos processos financeiros de uma empresa. Dentre os seus principais serviços prestados estão:

Controle de contas a pagar e a receber: como o nome diz, é a gestão das entradas e saídas de dinheiro, uma das principais tarefas do cotidiano da empresa e que faz parte do fluxo de caixa. Este serviço pode eventualmente contar com a emissão de boletos e a realização de cobranças em nome da empresa. 

Gestão do fluxo de caixa: é um serviço essencial que possibilita conhecer de perto as entradas e saídas de recursos financeiros em dias específicos, semanas ou meses. É um procedimento fundamental para entender e projetar o saldo que deve sempre estar disponível para o capital de giro funcionar. O fluxo de caixa também pode influenciar diretamente em outras decisões financeiras da empresa, como o planejamento e os investimentos.

Conciliação bancária: é o trabalho de conferir se as informações sobre as movimentações financeiras da empresa coincidem com as contas bancárias que ela tiver. Este procedimento garante assertividade ao controle financeiro interno, pois é capaz de revelar inconsistências como lançamentos errados, fraudes, valores não compensados ou transações canceladas. 

Diagnóstico financeiro: é a análise do atual estado financeiro da empresa que ajuda a estabelecer quais serão as prioridades de ação num dado momento. O diagnóstico pode identificar problemas pontuais ou estruturais e sugerir a melhor maneira de resolvê-los. É um ponto de partida para a estruturação de um plano financeiro para a empresa seguir dali em diante.

Relatórios de desempenho: é o uso inteligente das informações financeiras da empresa após um certo período por meio de indicadores personalizados que irão mensurar os seus resultados reais. É um processo que compara as receitas, os custos e os resultados, determinando lucros e/ou perdas. 

Quem precisa do BPO Financeiro?

Como dito anteriormente, toda a empresa que começa a prosperar passa a apresentar um nível maior de complexidade de seus processos internos, incluindo o financeiro. Muitas empresas que começam pequenas, não costumam dispor desde o início de vários profissionais especializados para cobrir todas as funções necessárias. Por esta razão, o setor financeiro, às vezes, acaba nas mãos de um dos sócios, que pode não ser especialista ou entusiasta na área e ser um ótimo profissional em outros setores importantes da empresa, como liderança, criação, vendas, marketing, entre outros. 

Quando a empresa começa a se expandir, as exigências aumentam e estruturar um setor financeiro eficiente é uma tarefa vital para a sobrevivência do negócio. É recorrente que empresas tenham dificuldades em outras áreas estratégicas em decorrência do descontrole das finanças. Sendo assim, é necessário corrigir esses problemas o mais rápido possível e prevenir tantos outros de se instalarem no funcionamento dos negócios. Confira a seguir algumas situações nas quais o empreendedor deve considerar a contratação de um BPO Financeiro:

-Necessidade de profissionais especializados: alguns negócios podem ter crescido rapidamente e não sabem o que fazer com as novas demandas financeiras, ou então já possuem dificuldades com o volume de obrigações financeiras que não estão dando conta. Em ambas as situações, uma opção pode ser a contratação de um profissional especialista dedicado à área de finanças. Entretanto, existe outra opção que pode ser muito melhor: com a contratação do BPO Financeiro, por um custo equiparável, é possível contar com uma equipe inteira de profissionais especialistas que irão cuidar do setor financeiro do negócio! Dessa forma, a empresa ganha mais fôlego e conhecimentos multidisciplinares para cuidar das finanças.

-Olhar de “fora”: a contratação do serviço de BPO Financeiro pode ser a solução para a empresa resolver problemas antigos neste setor, que requerem novos olhares e ideias para serem resolvidos. Por vezes, as empresas têm dificuldades de lidar com vícios antigos na administração e podem não saber como encarar um problema financeiro do qual sequer reconhecem a origem, mas que atrapalha o andamento do negócio como um todo. O BPO financeiro pode ajudar nestes casos identificando a fonte do problema e oferecendo as soluções ao alcance da empresa, além de “deixar a casa em ordem”. 

-Mais tempo para os sócios: os empreendedores costumam iniciar seus negócios com base em sonhos e desejos profissionais que eles desenvolvem por anos. Por mais que sejam motivados e entusiasmados com o trabalho, eles aprendem logo que o sucesso também depende da capacidade de delegar funções e confiar em outras pessoas para que todos cresçam juntos. Com o BPO Financeiro, o empreendedor tem a certeza de que as finanças da empresa estão funcionando corretamente e acaba tendo mais tempo para se dedicar àquilo que ele faz de melhor dentro da empresa, e que muitas vezes faz parte do seu sonho lá do início.

-Mais valor e segurança: o mundo dos negócios pode ser uma montanha russa, e os empreendedores sempre buscam estratégias para ter melhores prognósticos do desempenho da empresa. O BPO Financeiro pode ser uma ferramenta chave para que o empreendedor consiga ter mais autonomia nos negócios contanto com maior previsibilidade financeira. Com as finanças em dia, ele pode ficar mais tranquilo para traçar o seu plano de metas e realizar os investimentos necessários para o crescimento do negócio. 


Se você se identificou com alguma situação mencionada neste artigo, a sua empresa é uma forte candidata a se beneficiar do serviço de BPO financeiro. A Ampulheta é pioneira neste serviço e já ajudou diversas empresas a alcançarem o seu potencial financeiro nos negócios! Conte conosco para ajudar a sua empresa a crescer! Entre em contato conosco, ficaremos felizes em te ajudar!

Cuidados ao contratar uma empresa de BPO: Terceirização financeira sem preocupações

Se você chegou até este conteúdo, certamente está buscando maneiras de potencializar a gestão financeira da sua empresa. É super normal ter dúvidas sobre a terceirização, pois o setor financeiro é um departamento que exige muita responsabilidade e confiança.

Para que você possa contratar sem preocupações, é muito importante pesquisar sobre a empresa de BPO financeiro, analisando seu site, suas redes sociais, marcando reuniões e, se possível, perguntando para algum cliente da empresa sobre a satisfação com o serviço. Nada além do que você já faz ao contratar qualquer fornecedor, não é mesmo? Mas o principal cuidado deve ser no momento da comparação das propostas, é necessário entender, de forma minuciosa, se o que está sendo oferecido supre as suas necessidades e expectativas.

Grande parte das empresas de BPO financeiro do mercado oferece uma solução de substituição de mão de obra, nada além disso. Não há estratégia e nem planejamento financeiro e esses serviços não são suficientes para fazer a sua empresa crescer. 

O verdadeiro sentido de terceirizar é tornar a gestão financeira profissional, com foco no crescimento do negócio por meio de planejamento e indicadores. Então, você precisa poder analisar e, ao final, ter resposta para essa pergunta: Você quer uma simples substituição de mão de obra ou ter um serviço financeiro que realmente fará diferença no seu negócio?

Descubra o que você precisa

Para saber se a empresa de BPO financeiro pode te ajudar, é preciso definir com clareza todos os seus desafios financeiros. Você quer informações mais rápidas e ágeis que ajudem a empresa a crescer de forma mais sustentável? Quer liberar o tempo de trabalho de algum sócio envolvido no setor financeiro? Quer reduzir custos com equipe interna? Quer automatizar processos? Precisa compreender um cenário de crescimento? Quer ajuda para lucrar mais?

Enfim, liste tudo que você gostaria que fosse desempenhado de forma mais eficiente na gestão financeira do seu negócio e leve isso até o prestador de serviço, assim ele pode elaborar uma proposta adequada ou simplesmente explicar o que consegue ou não desempenhar dentro do seu escopo de trabalho.

Entenda os benefícios do serviço

A terceirização tem maior ou menor impacto nos negócios, dependendo da estrutura atual estabelecida e da curva de evolução dessa área ao longo do tempo, mas você pode esperar, em linhas gerais, que uma empresa especializada em BPO financeiro ofereça:

·             Uma equipe especializada responsável pelas finanças da empresa

·             Redução do custo com mão de obra para as rotinas financeiras

·             Maior controle dos processos financeiros

·             Organização e seguranças nas informações

·             Garantia de dados reais para análise e tomada de decisão

·             Controle de prazos de pagamentos com fornecedores

·             Redução da inadimplência dos clientes

 

Compare tudo que for possível 

Nem sempre, as propostas são formatadas da mesma maneira para uma comparação exata. Mas tente verificar alguns pontos essenciais que vão além do preço final:

 1. Qualificação da equipe de atendimento: pergunte a formação e experiência das pessoas que estarão envolvidas com o financeiro da sua empresa

 2. Disponibilidade: tenha em mente que o setor financeiro é muito dinâmico, questione sobre número de reuniões, limite de e-mails, whatsapp e outras formas de comunicação

 3.  Softwares: verifique se a empresa contratada tem uma boa solução tecnológica para exibir gráficos e números com facilidade e não planilhas complicadas

 4. Transparência: descubra como é feita as autorizações das transações diárias

 5. Nível estratégico: certifique se os serviços contratados incluem indicadores financeiros e auxílio em planejamento, se isso não estiver no escopo, você apenas irá  terceirizar a parte operacional.

 

Esperamos que esse conteúdo ajude a fazer uma escolha consciente. Na Ampulheta, organizamos o setor financeiro, analisamos o fluxo de caixa da empresa tendo em vista a manutenção positiva dele e criamos estratégias que auxiliam a enxergar melhor os recursos disponíveis na empresa. Acreditamos que nossos serviços de rotinas financeiras diárias, aliado aos conhecimentos sobre o negócio, impulsionam o futuro da empresa.

Como o PIX pode ser interessante para sua empresa?

Você já deve ter ouvido falar do PIX nos últimos dias, mas ainda não teve tempo de analisar o que ele representa para a sua rotina financeira, tanto para você, como pessoa física, como para sua empresa? Criamos esse conteúdo para trazer os principais pontos e, com apenas 4 minutos de leitura, te ajudar a fazer boas escolhas com essa nova tecnologia. Vamos lá?

O PIX é um meio de pagar, receber e transferir dinheiro, criado pelo Banco Central, que começou a valer a partir do dia 17/11. Todos os bancos com mais de 500 mil clientes são obrigados a oferecer o recurso. Ele está disponível no aplicativo do seu banco e é cadastrado por uma chave, que pode ser escolhida com um dado pessoal, apenas um para cada banco (telefone, e-mail ou CPF). Assim, quando alguém for transferir para você, só precisa informar um desses dados ou o ter o QR CODE que você gerar. Bem simples!

Hoje, o valor médio das transferências via TED e DOC entre bancos diferentes, gira em torno de R $10,00 a R $14,00. É uma excelente oportunidade de economizar. De toda forma, o PIX não invalida TED e DOC, por isso, é preciso escolher essa forma no aplicativo do seu banco para não pagar nada com a transação. Um ponto importante a observar é que você precisa estar bem atento se o nome da pessoa escolhida pela chave é de fato quem você quer pagar, pois depois não há como recuperar esse valor.

Outra grande vantagem do PIX é que o dinheiro cai na conta imediatamente, inclusive após horário comercial, aos finais de semana e feriados, ou seja, 24/7 em apenas 10 segundos! No futuro, vai ser possível até o pagamento de boletos com essa mesma agilidade. Como pessoa física, uma dica é rever a sua cesta de serviços do banco, algumas vezes, você pode estar pagando para ter direito a transferências gratuitas e agora não precisa mais! Então, mais economia.

Em resumo, funciona assim:

Pessoa física para pessoa física = gratuito

Pessoa física para MEI = gratuito

Pessoa física para pessoa jurídica = a pessoa jurídica paga pelo PIX um valor (diferente para cada banco). Então, verifique as vantagens que seu banco oferece e compare, por exemplo, se vale a pena receber por cartão ou PIX.

Por ser um lançamento, muitos bancos estão oferecendo os primeiros três meses de uso gratuito para seus clientes pessoa jurídica. As principais vantagens são:

Agilidade = você recebe instantaneamente na conta da sua empresa

Simplicidade = você só precisa de um dado para receber (CPNJ, celular ou e-mail)

Integração =  fluxo de caixa centralizado, registrado na própria conta

Com essa agilidade, você pode evitar problemas de pagamento a fornecedores e contas essenciais. O ideal é ter uma rotina programada de contas a pagar e receber, mas o PIX pode te salvar em alguma emergência.

Além disso, você pode gerar QR codes para seus clientes pagarem as faturas, de forma mais simples e rápida do que a emissão de boletos. Existe a opção de ter um QR code com o mesmo valor e a pessoa só escanear, perfeito para quem vende produtos ou serviços de valores fixos e também a opção de personalizar o QR CODE, incluindo valores diferentes para clientes e multas por atraso.

Para nós, o importante é analisar o tempo que você investe nessas transações, qual a frequência e volume e obter o melhor uso do PIX para a realidade da sua empresa. Ajudar o seu negócio a crescer é a missão da Ampulheta, por isso, pensar juntos estrategicamente para nós é essencial. Não queremos ser uma substituição de mão de obra, mas gerar inteligência estratégica para você ter resultados reais, usando o conhecimento especializado da nossa equipe. Mude sua relação com o departamento financeiro e torne suas decisões financeiras ágeis e assertivas. Vamos conversar?

Orçamento estratégico: a diferença de uma boa precificação

Quem tem experiência com gestão empresarial já conhece a importância do Planejamento Orçamentário para a saúde financeira do negócio e a sua sobrevivência no mercado. Para organizar o orçamento de forma estratégica, é necessário conhecer bem a realidade da empresa e contar com as ferramentas corretas para obter uma maior previsibilidade.  

Existem ao menos dois critérios principais que são importantes no orçamento estratégico: precificação e projeção de vendas, e ambos influenciam no faturamento final da empresa. Neste artigo vamos explicar qual é a estrutura da precificação, porque ela depende do planejamento de vendas para ser definida, e qual é a importância do ponto de equilíbrio para fundamentar o plano de vendas.

Qual é a estrutura da precificação? 

A precificação deve ser feita com muita precisão, pois o preço mal calculado pode prejudicar as futuras atividades financeiras da empresa. A fórmula básica para calcular o preço é: 

“ (custos fixos + custos variáveis) + lucro = preço “

Mas este processo ainda é dividido em ao menos mais duas etapas importantes:

-Margem de contribuição: é um cálculo que representa o quanto cada unidade de produto ou serviço gera de lucro após subtraírem-se os custos. O custo total de cada unidade, que é a soma dos custos fixos mais os custos variáveis, poderá variar entre produtos de diferentes categorias vendidos pela mesma empresa, logo, pode ser necessário estabelecer uma média de contribuição geral de todos os produtos para facilitar a estimativa. 

margem de contribuição = preço - (custos variáveis + custos fixos)

-Preço de mercado: após obter a margem de contribuição, é preciso analisar os preços praticados pelos concorrentes que oferecem produtos e serviços semelhantes. Não adianta colocar um preço muito acima ou muito abaixo da média de mercado, pois a empresa corre o risco de não conseguir equilibrar suas contas no futuro.

A precificação bem definida permite distribuir melhor os custos e aumentar a rentabilidade dos produtos e serviços oferecidos pela empresa. Isso significa que o ponto de partida para o orçamento estratégico deve ser a precificação, que possibilitará a próxima etapa para prever a receita total, que é a projeção de vendas.

O que é projeção de vendas?

A projeção de vendas é uma forma de estimar a quantidade de receita que a empresa espera receber em um tempo pré-determinado, como um mês, seis meses ou um ano, por exemplo. O cálculo da estimativa tem por base informações como: histórico de vendas, sazonalidade, capacidade de produção, capacidade de absorção do mercado, comportamento do consumidor ou expectativas da economia para aquele período. Assim, a projeção de vendas é uma métrica importante para incluir no planejamento orçamentário da empresa, porque, ao se ter noção da receita total, é possível calcular também previsões de gastos como impostos, contas a pagar, investimentos, entre outros encargos obrigatórios. Além disso, a empresa também consegue estipular qual será o preço de venda e a quantidade ofertada.

A importância do ponto de equilíbrio

Um detalhe importante para a projeção de vendas é encontrar o ponto de equilíbrio do volume de vendas, que representa a quantidade mínima de unidades a serem vendidas para que o negócio consiga pagar os custos, obter lucro e não ter prejuízo. 

Existem três tipos de ponto de equilíbrio: econômico, contábil e financeiro. Cada um destes cálculos serve para encontrar uma métrica diferente e se presta à um objetivo diferente, mas que são complementares na hora de estudar qual deve ser o preço de venda ideal adotado pela empresa. 

Ponto de equilíbrio econômico: o objetivo deste cálculo é encontrar a porcentagem do lucro que a empresa terá ao vender seus produtos e serviços, ou seja, é uma situação em que o lucro será obrigatoriamente maior que zero (L > 0). As variáveis envolvidas são: custos fixos e custos variáveis, preço, quantidade de equilíbrio e porcentagem do lucro. A relação entre todos os fatores em um gráfico de preço em função da quantidade de vendas você confere aqui.

A parte em vermelho representa o prejuízo, enquanto a parte em azul sinaliza o lucro a partir do ponto de equilíbrio. O ponto de equilíbrio econômico pode ser usando tanto para descobrir o preço, a quantidade mínima de vendas ou o percentual do lucro – que pode ser ou não preestabelecido no plano de vendas. Por exemplo: a empresa quer saber quantas unidades e por qual preço ela deve vender para atingir 20% de lucro em um mês; ou então, se ela praticar um preço “x” de acordo com o mercado, qual será a quantidade mínima a ser vendida e qual será o lucro? É possível alterar os fatores de acordo com o contexto. 

Ponto de equilíbrio contábil: este cálculo serve para saber qual é o momento em que a empresa não está gerando lucro e nem prejuízo. Isso ocorre quando os valores de custos e despesas são iguais ao valor total da receita, sendo o lucro igual a zero (L = 0), ou seja:

“ receita - (custos fixos + custos variáveis) = ZERO “

Também é conhecido como Ponto de Ruptura, ou Ponto Crítico. Esse cálculo é importante para analisar quais serão os níveis de produção e precificação desejados para que o negócio comece a gerar lucro real. Outra utilidade do ponto de equilíbrio contábil é enxergar quando o negócio está no vermelho, gastando mais do que a receita total. 

Ponto de equilíbrio financeiro: Ao contrário dos outros dois cálculos, este leva em consideração a depreciação dos bens da empresa ao longo do tempo, que são “debitados” dos custos fixos. Na realidade, se trata de um cálculo de estimativa do quanto os bens da empresa perderam o seu valor com o uso e o passar dos anos, sem que esse dinheiro seja retirado de fato das contas da empresa. A ideia é criar uma ideia de “reserva” financeira a ser separada da receita para a futura substituição de maquinário e equipamentos que são essenciais para o funcionamento da empresa. Tendo como base as mesmas variáveis dos cálculos anteriores, o cálculo do ponto de equilíbrio financeiro se apresenta assim:

ponto de equilíbrio financeiro = (custos fixos) – (depreciação)

                                                      margem de contribuição

Com esta fórmula é possível descobrir qual é quantidade de vendas, a receita necessária e qual preço para arcar com os custos mínimos de depreciação do negócio.  O cálculo da depreciação tem como base o patrimônio total da empresa, mas o cálculo pode ser feito como no exemplo a seguir:

“Primeiro é necessário escolher um bem da empresa, um computador, por exemplo. Este computador custou R$ 3000 e sua vida útil média é de 4 anos. Então, dividimos o valor de compra do computador pelos quatro anos, e temos o valor de R$ 750. Isso significa que, a cada ano, esse computador “perde” R$ 750 do seu valor, até que ele tenha que ser substituído. Dividindo este valor por 12 meses, temos R$ 62,50 de depreciação por mês que este bem custa para a empresa. “

Até aqui, entendemos que o Orçamento estratégico depende da precificação correta e da projeção de vendas para ser eficiente. Já a precificação depende de muitas variáveis que a empresa deve levar em consideração, como preço de mercado, custos fixos, custos variáveis, depreciação, margem de contribuição, capacidade de mercado, capacidade de produção etc. E vimos também que há mais de uma forma de estabelecer um ponto de equilíbrio para fundamentar a projeção de vendas e definir as expectativas de receita da empresa, e o preço a ser praticado. Por fim, todos estes fatores estão interligados na precificação e na projeção de vendas, e a atenção a estes cálculos e estimativas é o que faz realmente a diferença para que o negócio tenha lucro e consiga prosperar. 

Sua empresa precisa de uma mão para fazer o seu orçamento estratégico e começar a crescer? A Ampulheta está disposta a lhe oferecer esta ajuda! Somos uma empresa especializada em gestão financeira para pequenas e médias empresas e estamos no mercado desde 2014 ajudando nossos clientes a progredir e a realizar novas conquistas! Entre em contato conosco para saber mais sobre os nossos serviços!

Como a Nova Economia transforma estratégias e modelos de negócio?

A Nova Economia é a transição de uma indústria baseada em produtos para uma economia voltada para os serviços. A mudança começou não só com o significativo avanço tecnológico, industrial e da internet, mas também, e principalmente, pela mudança no comportamento dos consumidores.

Estamos cada vez mais focados no meio digital e menos no meio físico, com startups ganhando milhões de reais da noite para o dia, enquanto tradicionais gigantes de mercado perdem espaço e dinheiro. Com isso, o empreendedorismo também está mudando. Quem quer empreender precisa estar mais atento do que nunca ao movimento do mercado consumidor, cada vez mais rápido, independente e tecnológico.

A Nova Economia chega para ocasionar uma revolução aos modelos tradicionais, pautando-se na inovação e utilizando a tecnologia como motor de crescimento. Além disso, exige a necessidade de se elaborar produtos e serviços mais rápidos e baratos, assim como, a necessidade de se entender que os erros serão mais frequentes e as falhas devem servir de aprendizado para futuros negócios e não para a desistência ou críticas.

Todas essas mudanças colocaram ainda mais o poder nas mãos dos consumidores e geraram um grande quebra-cabeça para milhares de empresas. Uma das regras básicas deste novo modelo é posicionar o cliente sempre no centro de todas as ações estratégicas de negócio. E um dos exemplos mais nítidos de segmentos que aderiram a esse novo modelo são as startups, que redefiniram as práticas de atuação e são algumas das grandes responsáveis pela nova economia, com seus negócios escaláveis e disruptivos.

O momento em que vivemos ainda é de transição, estamos vendo a Velha e Nova Economia juntas, convergindo e, em diversos casos, gerando novos modelos baseados nesta fusão. Este âmbito é de oportunidade, pois é o momento ideal para quem quer romper com o tradicional e reinventar sua empresa ou mesmo abrir um negócio inovador, disruptivo, aprendendo com o tradicional e atribuindo com a fluidez do novo.

E como o coronavírus impactou a nova economia?

É perceptível que a pandemia de coronavírus mudou consideravelmente não apenas hábitos de consumo, mas também parte das formas de interação das quais estávamos acostumados, sejam elas entre pessoas ou entre empresas. E como essas mudanças impactam na nova economia?

Verdade seja dita, os hábitos que assumimos hoje, por conta da Covid-19, encaixam-se também nos conceitos já propostos pela Nova Economia: foco em serviços, revolução tecnológica, cliente no centro do processo, entre outros. Tudo isso já vinha acontecendo, porém, foi acelerado por conta da pandemia e da crise econômica refletida por ela. Sendo assim, empresas que não estavam preparadas para este processo de mudança forçado, estão ficando para trás e muitas, infelizmente, estão fechando seus negócios.

Como a gestão financeira se encaixa enquanto elemento da nova economia?

Estratégias de gestão financeira não são assunto novo no mercado, porém, seus modelos e formas de atuação estão em constante atualização. A nova economia impacta não apenas na forma com que a empresa se relaciona com o consumidor, mas também em todo processo estratégico e de planejamento do negócio. E um dos elementos cruciais para o desenvolvimento destes fatores é justamente uma boa gestão financeira.

Além disso, outra característica marcante na Nova Economia é a descentralização de processos. Aqui, descobrimos que o empreendedor precisa ser condutor desse processo, e não o centralizador dele. Nesta parte, reconhecemos que desenvolver parcerias para cuidar de determinados setores da empresa pode ser uma estratégia fundamental para o sucesso e crescimento do negócio. Considerar a terceirização de processos deixou de ser tendência e já é prática comum em empresas dos mais diversos portes, e os serviços de BPO financeiro (terceirização financeira) surgem enquanto pilares de estratégias para uma melhor gestão organizacional.

E como as empresas devem agir e se preparar?

Uma das principais mudança que deve ocorrer dentro das empresas é de mentalidade. A empresa da Nova Economia possui o senso de propósito bem definido. O principal fator para seu surgimento e desenvolvimento é focado em oferecer formas de resolver um problema significativo na vida das pessoas. Obviamente, obter lucro é também é fundamental, porém, o cliente deve estar sempre ao centro de qualquer tomada de decisão.

O grande desafio aqui é a criação e manutenção de marcas que se adaptem às frequentes mudanças no mercado, sem nunca perder a essência. Isso só é possível para empresas que possuem, além de um bom produto/serviço, um propósito bem definido. Somente assim, há a possibilidade de oferecer algo autêntico e comprometido em propor soluções eficientes para todos os consumidores.

Não fique para trás

Assumir uma postura enquanto empresa da Nova Economia é fundamental para que você não fique para trás enquanto organização, focando sempre em colocar os consumidores no centro de suas estratégias. Conte com a Ampulheta para levar a sua empresa um pensamento alinhado com as novas necessidades do mercado quando se trata do setor financeiro, tão fundamental para o desenvolvimento saudável do seu negócio.

Fale com a gente e saiba mais!

Problemas na estratégia financeira da sua agência de marketing? Confira algumas dicas:

Agências de marketing são especialistas em realizar diversos planejamentos de comunicação para os mais diferentes clientes, mas, quando tratamos de estratégias financeiras, será que os planos são tão habituais e efetivos quanto? Essencial para qualquer mercado e modelo de negócios, o pensar financeiro é um dos pilares para que uma empresa mantenha-se em funcionamento de forma saudável. A gestão financeira precisa fazer projeções e se preparar para diferentes cenários, planejar o crescimento e fazer investimentos.

Quando tratamos do setor de marketing, desenvolver uma estratégia financeira deve ser uma atividade contínua para garantir que a sua agência sobreviva, mantenha as boas relações com os clientes e cresça de maneira exponencial. Por ser um mercado fluido e, geralmente, um investimento que as empresas contratam por último e cortam primeiro, manter o setor financeiro estável é um grande desafio, por isso é fundamental estar por dentro das melhores práticas e formas de atuação financeira.

No artigo de hoje, vamos falar um pouco sobre estratégias financeiras para agências de marketing.

Diferentes tipos de remuneração e a necessidade de uma estratégia de finanças mais assertiva em agências de marketing
Muitas vezes, os empresários se preocupam muito com os processos que envolvem diretamente seus produtos/serviços e acabam deixando um pouco de lado setores como o financeiro. Cuidar, principalmente, daquilo que sua empresa se propõe é uma prática indispensável, porém, é preciso reconhecer a importância do planejamento financeiro, também para uma agência.

Agências de marketing, geralmente, operam no modelo B2B (business to business). Ou seja: elas vendem para outras empresas, e não para o consumidor final. Vendas B2B podem ser mais complexas de se realizar do que vendas diretas ao consumidor, pois envolvem mais pessoas, alongando o prazo de decisão da contratação.

Os formatos de remuneração de agências baseiam-se pela Lei n. 4.680/65, que cria a profissão de Publicitário e Agenciador de Propaganda, e pelo Decreto 57.690/66, que regulamenta as principais práticas de profissionais e agências. Existem cinco tipos de remuneração que podem ser aplicados em conjunto ou individualmente dependendo da negociação. Eles são:

1. Comissão Padrão
2. Fee mensal
3. Por produção
4. Remuneração por resultados
5. Contrato de participação

Cada forma de remuneração possui suas particularidades e isto afeta diretamente nas estratégias financeiras, já que a forma com que a receita chegará é diferente. Aí surge a necessidade de realizar um mapeamento dos valores e da forma com que virão, assim é possível obter uma melhor previsão, melhorando o contexto para o planejamento.

A inadimplência pode atrapalhar a gestão financeira em agências de marketing
Uma das principais dificuldades ao gerir o setor financeiro das agências de marketing surge por conta da inadimplência dos clientes. Este fator, infelizmente, é algo que foge do controle do gestor e qualquer setor está sujeito a se deparar com este problema. Porém, existem algumas práticas que podem ajudar sua agência de marketing a diminuir o índice de
clientes inadimplentes:

Faça contratos bem alinhados: o contrato assinado pelo cliente é uma das principais armas que sua agência tem para que o compromisso firmado se faça valer. É importante que nele conste todas as regras e acertos para o desenvolvimento da parceria, tanto por parte da agência, quanto do cliente.

Ajuste bem as expectativas sobre o serviço: é importante que sua agência alinhe de forma perfeita todas as expectativas de seus clientes com os serviços oferecidos prestados. Um cliente descontente com serviços ou resultados fica propenso à inadimplência e, muitas vezes, não é culpa de um serviço ruim, mas sim de expectativas que não estavam bem ajustadas.

Ofereça opções para pagamento: aqui o objetivo é oferecer a melhor opção de pagamento para seus clientes. Alguns podem preferir o pagamento por depósito, transferência, outros boletos ou link para pagamento de forma digital. Se possível, disponibilize todos os formatos.

Não deixe de cobrar: por vezes, a inadimplência vem pela falta de cobrança da agência. Monte um cronograma de cobrança e realize essa etapa de maneira periódica, cuidando também para não aborrecer os clientes, pois por mais que pagar seja um compromisso, uma cobrança de maneira inadequada pode acabar com uma boa relação.

Os 5 pilares para manter o planejamento sempre em ordem
O planejamento financeiro para agências de marketing requer um dashboard de gestão prático, preciso e perfeitamente alinhado com a realidade e pretensões da empresa. Para trazer informações que auxiliem na tomada de decisão. Assim, recomendamos um planejamento com base nos 5 pilares seguintes:

▪ Performance de vendas;
▪ Satisfação e retenção de clientes;
▪ Margem e gastos;
▪ Caixa;
▪ Orçamento realizado x projetado

Para uma gestão mais assertiva, opte pela terceirização financeira (BPO financeiro)
Com o auxílio de um serviço de terceirização financeiro (ou BPO financeiro), o setor de finanças da sua empresa tem à sua disposição uma equipe de profissionais experientes e qualificados para lidar com os números da sua organização. A terceirização financeira, além de ser um serviço que agiliza e qualifica processos, é mais econômica do que a contratação de uma equipe própria de finanças, por exemplo. Além disso, contratando uma empresa de terceirização financeira, você, gestor, consegue focar em outras partes e setores pertinentes para a performance da sua empresa, podendo pensar em insights e melhorias de maneira mais confortável.

Fale com a gente e saiba mais sobre a terceirização financeira.

Organizando as finanças de um escritório de Arquitetura

Algum dia você já imaginou o seu escritório fechando por problemas financeiros? Ou já se questionou se vai mesmo conseguir viver só da arquitetura? Acredite, você não está sozinho.

Abrir um escritório de arquitetura é um grande passo que requer planejamento e organização. Ainda que muitos empreendedores do ramo não deem a devida atenção para isso, ter um planejamento e controle financeiro estável é um passo fundamental para pequenas empresas crescerem e ganharem seu espaço no mercado. Sem um bom controle financeiro, as perguntas citadas acima são capazes de tirar o sono de qualquer empreendedor.

Para que isso não aconteça, acompanhe o nosso texto até o fim e veja como organizar as finanças de um escritório de arquitetura. Mas se você já possui um planejamento financeiro e controla suas finanças adequadamente, ótimo! É sempre possível aprimorar alguns pontos.

Confira nossas dicas para ter sucesso no seu negócio e nunca mais ter a sensação de que está pagando para trabalhar!

Defina seus objetivos

Para organizar suas finanças é preciso começar pelos objetivos. Afinal, se não existe um objetivo definido, não existem parâmetros para indicar se o seu negócio está indo em direção ao sucesso ou não. Dificilmente, um escritório de arquitetura consegue ter um bom desempenho financeiro sem compreender o que quer alcançar e definir um ponto de partida e um ponto de chegada.

Por isso, no seu planejamento, estabeleça seus objetivos relacionados, principalmente à lucratividade, à redução de gastos e à realização de investimentos em geral. Elenque-os e categorize-os por prioridades. Alguns deles podem ser fracionados em partes menores - as metas. Fazer esse exercício facilita a visualização do que você quer para o futuro da sua empresa e pode servir como um guia para tomada de decisões importantes para a saúde financeira do seu negócio.

Revise suas escolhas e controle suas dívidas
A realidade é que algumas despesas existentes na sua empresa podem não ter real serventia para o funcionamento do seu negócio e isso significa desperdício de dinheiro. Assim, para descobrir se você está indo por esse caminho, liste todas as suas despesas atuais e verifique se todas elas são realmente necessárias. Muitas vezes, algumas despesas só existem por vaidade e não impactam no funcionamento do seu escritório.

Manter suas dívidas no controle significa receber mais do que gastar e isso é um ótimo indicativo para o seu plano de organização de finanças. Da próxima vez, antes de gastar os recursos do seu negócio sem pensar, avalie se esse novo gasto é necessário e se justificável que ele faça parte das dívidas do seu negócio.

Para maximizar o seu lucro, o ideal é que a empresa tenha mínimo possível de despesas e dívidas pendentes e que estas, por sua vez, estejam no menor valor possível.

Dedique tempo ao planejamento financeiro
Tenha sempre em mente que: finanças organizadas são finanças planejadas e planejamento financeiro nunca é demais, ou seja, quanto mais planejamento a sua empresa tiver, mais sossego para o seu bolso.

Gastos e investimentos são coisas diferentes
É muito importante ter clareza de onde, como e com qual finalidade o seus recursos estão sendo aplicados em alguma coisa. Por isso, diferenciar gastos de investimento representa um divisor de águas nas finanças do seu negócio.

Todos aqueles valores que envolvem pagamentos pontuais são os gastos. Eles são facilmente identificáveis pois se tratam de pagamentos para remunerar um serviço/adquirir um bem. Entre eles estão as despesas fixas como conta e luz, aluguel do espaço, fornecedores, impostos, etc.

Já os investimentos são a aplicação em recursos que possibilitam um retorno financeiro seja em curto, médio ou longo prazo. Entre eles estão a modernização de serviços, automação do controle financeiro ou mesmo a terceirização do setor financeiro. Todos eles são exemplos de investimento. Um aumento nos gastos da sua empresa dificilmente será benéfico. Mas aumentar os investimentos possibilita caminhos que levarão o seu negócio rumo ao sucesso.

Saiba precificar o seu trabalho
Para calcular o valor de um projeto arquitetônico profissional, os aspectos mais subjetivos do trabalho devem ser considerados, como o nicho de atuação; os riscos envolvidos no projeto e, claro, a experiência do profissional, entre outros.

Cobrar por hora é uma prática entre quase todos os profissionais do mercado e se você tem dúvidas sobre como estabelecer esse preço, a dica está logo abaixo.

Partindo do pressuposto de que despesas pessoais e as despesas da sua empresa estão pertencem ao mesmo caixa e que você possui o controle financeiro do seu negócio dos últimos 6 meses em dia, realize o seguinte cálculo:

1. faça uma média de quanto o seu escritório gasta mensalmente para se manter em atividades. Para isso, some todas as despesas do escritório dos últimos seis meses e divida por 6. O resultado é o valor que você procura nesta etapa.

2. descubra quantas horas o seu escritório funciona por mês. Para isso some a quantidade de horas que cada pessoa do seu escritório trabalha por mês. Por exemplo, se você trabalha com o seu sócio, 8h por dia, 5 dias por semana, 4 semanas por mês, o cálculo fica:

2 (nº de pessoas) x 8 (horas trabalhadas por cada uma delas) x 5 (quantidade de dias que o seu escritório funciona na semana) x 4 (quantidade de semanas que o seu escritório funciona por mês) = 320 horas produtivas por mês.

3. Feito isso, o próximo passo é dividir o valor total de gastos do seu escritório em um mês (resultado do primeiro cálculo) pelo número de horas produtivas (resultado do segundo cálculo). O resultado dessa divisão é o valor da hora do seu trabalho.

Uma vez com esse valor em mãos, você definirá a margem de lucro que convém para o projeto (10%, 20%, 50%, 60%...) e assim cobrar um valor justo pelo seu trabalho.

Procure focar naquilo que você tem mais conhecimento e prefira direcionar tarefas para pessoas mais especializadas.
Francamente não há outra maneira de dizer isso: não perca seu tempo tentando aprender ou desempenhar uma tarefa que alguém no mercado já domina. Assim como seus clientes precisam dos seus serviços específicos, e outros serviços que você não desempenha como gestão financeira, marketing, infraestrutura de tecnologia, você também provavelmente precisará de outros profissionais para e auxiliarem. Considere todos os serviços que você vai precisar e invista nessas áreas.

O BPO ou terceirização financeira pode ser estratégico no desempenho do seu escritório, pois representa um modelo de negócio bastante favorável às pequenas e médias empresas. Com esse serviço você tem todo o auxílio necessário para se concentrar unicamente no crescimento do seu negócio, enquanto finanças da sua empresa são geridas por uma empresa especializada em gestão financeira.

Na Ampulheta, oferecemos serviços de terceirização do setor financeiro, consultoria financeira e estratégia financeira.

Uma boa gestão financeira desempenhada por nossa equipe, alinhada com outros setores chaves da sua empresa como o contábil, permite que sua empresa cresça de maneira mais sólida e se estabeleça no mercado. E ainda, o empreendedor tem a chance de desempenhar sua atividade principal, focando em seus clientes sem se preocupar com o setor financeiro.

5 dicas para manter o controle financeiro no varejo diante da crise

Assim que se resolve iniciar com um negócio no ramo do varejo, uma das primeiras coisas que o empresário se depara é com a importância das finanças e como gerenciá-las de forma correta tem impacto nos resultados do negócios.

Em uma rotina intensa de compra e venda de produtos, é fundamental dar atenção à margem de lucros, sabendo lidar com o dinheiro, afinal, fazê-lo render o máximo possível sempre trará vantagem sobre a concorrência. Pensando nisso, separamos algumas dicas sobre controle financeiro no varejo para você aplicar em seu negócio, confira:

1 - Crie um planejamento para seus investimentos e gastos

Informações precisas são uma das maiores aliadas para um bom planejamento. A grande dica para qualquer profissional gerindo seu próprio negócio é: com objetivos claros, fica muito mais fácil delinear o que deve ser feito a seguir.

Aposte na previsão de custos para o futuro, identificando nos números onde é possível economizar e onde precisa investir mais. Crie estratégias para curto, médio e longo prazo. Dessa forma, sua empresa não é pega de surpresa e tem fôlego financeiro para cobrir um custo inesperado ou aproveitar uma oportunidade de momento.

2 - Foque a gestão financeira nas datas comemorativas
Quando se trata de varejo, estes momentos são os de maior fluxo de vendas. Um erro bastante comum, principalmente em pequenas e médias empresas, é investir os valores ganhos em um único gasto ou investimento. O lucro extra de datas comemorativas precisa ser dividido de forma inteligente nos próximos meses, assim é possível criar uma maior estabilidade financeira.

3 - Otimize seu estoque
Não há varejo saudável sem um estoque saudável. Outra característica mais específica da gestão financeira para varejo é como lidar bem com essa questão para se ter mais dinheiro em caixa.

Quando mercadorias não são vendidas e se acumulam ou se perdem com muita frequência, isso significa capital parado e que o dinheiro está sendo desperdiçado. Por isso, investir em controle e otimização de estoque é tão importante.

4 - Separe bem o que é capital de giro, reserva e ganho pessoal

Este é um dos princípios básicos para qualquer empreendedor. Mas, mesmo em empresas grandes, é normal encontrar gestores que ainda “confundem” o que é dinheiro da empresa, o que é dinheiro pessoal.

Definir bem as duas coisas é crucial para a saúde do seu negócio. Nesse caso, o capital de giro é aquele dinheiro que você precisa para agora, para gestão, operação, manutenção e compra de novos produtos.

5. Invista na sua educação financeira
Aprender nunca é demais. Quando se trata do setor financeiro, é fundamental ter, ao menos, conhecimentos básicos para entender como os trâmites se desenvolvem e quais suas implicações diretas no negócio.

Algumas instituições de ensino oferecem cursos básicos de gestão financeira de maneira online e gratuita. Esta é uma boa alternativa para ganhar adquirir conhecimento sobre o setor de forma rápida e sem custos. Confira nos links a seguir:

Gestão Financeira - Sebrae
Como Gerenciar as Finanças da sua Empresa - Sebrae
Gestão Financeira para Pequenas e Médias Empresas - GINEAD

Deixar o setor nas mãos de profissionais também é uma excelente alternativa, assim, sua empresa pode optar pela gestão terceirizada. Com ela, as atividades financeiras serão realizadas por profissionais especializados no assunto, o que permite direcionar seus esforços, enquanto gestor, para outros caminhos, sem preocupar-se com a parte técnica.

Na Ampulheta, nós oferecemos o serviço de terceirização do setor financeiro que vai desde uma consultoria especializada até a análise de oportunidades de investimentos para a sua empresa. Converse com a gente e saiba mais sobre como melhorar os resultados financeiros do seu negócio.

Erros comuns dos empresários ao realizar corte de custos em tempos de crise

Em um cenário de crise, a alternativa mais encontrada por diversos empreendedores é a redução de custos. Foi assim em 2008, em 2017 e agora a história se repete em 2020. Entretanto, reduzir custos sem critério pode deixar o negócio muito mais vulnerável às consequências da crise, podendo representar a falência da empresa.

Para evitar que isso aconteça, é muito importante que a gestão da empresa entenda quais são as questões mais importantes para o negócio, bem como os pontos que menos impactam no funcionamento do mesmo.

Abaixo, listamos os 4 erros mais comuns dos empresários na hora de reduzir gastos e como eles podem impactar no seu negócio. Confira:

1. Igualar a porcentagem de corte em todas as áreas

É verdade que a redução de custos deve ser um esforço conjunto em todos os setores da empresa, entretanto, definir a mesma porcentagem de corte para todas as áreas pode representar um tiro no próprio pé.

Em toda empresa é normal que haja um departamento cujo índice de desperdício é maior, assim como existem setores indispensáveis na empresa. Analisar a lucratividade a longo prazo, considerando a importância de cada setor para o bom funcionamento do negócio é crucial para a sobrevivência de uma empresa em meio ao caos de uma crise. O importante aqui é conseguir fazer escolhas que sejam realmente efetivas.

2. Apostar em demissões sem analisar o custo por colaborador

Existem alguns casos onde a escolha pela demissão é inexorável, porém essa não pode e nem deve ser a única solução para salvar o seu negócio.

É necessário, antes de tudo, analisar com cuidado as finanças da companhia. Isso porque, todo processo de demissão implica com custos de rescisão e outros valores previstos pela legislação trabalhista cujos os quais muitas vezes a empresa não comporta, levando o negócio ao vermelho.

Além disso, em casos de demissão em massa - um dos mais graves erros dos empreendedores - a probabilidade de você estar desperdiçando bons profissionais que poderiam te ajudar a sair da crise é grande. Também, o clima de pânico gerado pelas demissões pode afetar diretamente no desempenho daqueles que ficam, diminuindo sua produtividade - tudo o que você não precisa em um momento de crise.

3. Encarar o colaborador como uma despesa

Essa dica é simples e direta: assim como não vale a pena reduzir custos em setores que são fundamentais para o sucesso da empresa, não é indicado que se corte os benefícios oferecidos aos colaboradores. Colaboradores felizes são mais produtivos e um corte repentino desses certamente criará descontentamento da mão de obra e você, provavelmente, vai perder talentos preciosos do seu time. Direta ou indiretamente isso vai impactar na produção e operações da empresa te levando mais e mais para baixo.

Não enxergue seus colaboradores como uma despesa. Mais cabeças pensam melhor do que uma e a solução dos seus problemas pode estar no seu time.

4. Diminuir os investimentos em marketing

Equivocadamente um dos setores que mais sofre com redução de custos é justamente o setor que pode ajudar a empresa a passar pela crise. Marketing e comunicação são, em 99% dos casos, os primeiros setores a terem verbas cortadas. O que é uma contradição gigante para um empresa que está passando por dificuldades. Cortar estes setores significa inviabilizar a prospecção de novos clientes e afeta, até mesmo, o relacionamento com clientes antigos, enfraquecendo a fidelização destes já que esquecerão da sua marca em um curto espaço de tempo, afinal “quem não é visto, não é lembrado”.

Numa situação de crise é preciso encarar esses setores como auxílio para o time de vendas, assim você consegue ponderar e escolher o tipo de redução que mais se adequa a esse setor.

5. Reduzir a qualidade de entrega ao cliente

De todos os erros que comentamos acima, nenhum deles pode ser mais grave do que fazer cortes a um nível que comprometa a qualidade do seu produto/serviço com o cliente.

Independente do segmento de atuação, o consumidor deve ser a prioridade da empresa e todos os cortes a serem analisados devem partir da seguinte pergunta: o meu produto/serviço vai ser impactado de modo a perder a qualidade de entrega? Se a resposta for sim, desista. Quando uma empresa oferece algo diferente daquilo que ela vinha entregando ao cliente, o consumidor entende que o que ele está recebendo não está de acordo com ele aceitou receber pela quantia paga à sua empresa. A consequência disso é a crescente perda de clientes e a dificuldade em atrair novos clientes para a casa. E quando menos cliente, menos receita.

A saída para a empresa, nesse caso, é: realizar as reduções de custo necessárias, garantindo um custo de produção menor mas entregando o seu produto/serviço com os mesmos padrões e características que o consumidor já está habituado.

Reduzir custos empresariais em um contexto de crise é necessário, mas é essencial que o empreendedor tenha uma equipe especializada perto de si para conseguir fazer a análise de cortes e planejamento financeiro com sabedoria, assim tanto o seu negócio quanto a sua imagem não são prejudicados.

Além dos quatro erros citados acima, o brinde fica para a maneira como muitos empreendedores lidam com o caixa da empresa: encará-lo com amadorismo. É crucial, em um momento de crise, saber analisar e entender o fluxo de caixa e o ciclo de vendas da empresa, além de realizar mapeamento dos desperdícios. E essas são ações que só empresas que possuem um financeiro fortalecido conseguem executar.

Aqui na Ampulheta nós oferecemos o serviço de terceirização do setor financeiro que vai desde uma consultoria especializada até a análise de oportunidades de investimentos para a sua empresa. Consulte nossos serviços através do link: https://www.ampulhetagestao.com.br/servicos