Por que sua empresa deve diversificar as formas de pagamento

Oferecer diversas opções de pagamento facilita a vida dos clientes e aumenta as vendas

Um aspecto por vezes despercebido pelo empreendedor que deseja aumentar a sua base de clientes é pensar de forma estratégica sobre os meios de pagamento que o seu negócio proporciona.

Por essa razão, não basta oferecer preços atrativos, qualidade nos produtos ou serviços e um bom atendimento. É preciso ir um pouco mais além e oferecer diversas opções de pagamento para aumentar as suas chances de venda. 

Provavelmente, você já passou por uma situação em que queria comprar algo, mas o estabelecimento não aceitava cartão de crédito, ou não tinha a maquininha que aceita o seu banco. Se esse lugar tivesse mais opções de pagamento, essa venda não teria sido perdida. 

A lógica é a seguinte: quanto mais meios de receber dinheiro, mais fácil será para o cliente realizar a compra.

O meio de pagamento mais tradicional de todos é o dinheiro em espécie, que normalmente é aceito em qualquer estabelecimento comercial. Os cheques foram durante muito tempo o principal “substituto” do dinheiro vivo, mas hoje têm caído em desuso.

Embora o cartão de crédito, os boletos, e as transferências bancárias já existam há anos, esses meios de pagamento ganharam uma nova roupagem com as tecnologias de pagamento online, em especial no comércio eletrônico. 


Transformação digital nos meios de pagamento

Com o avanço da tecnologia em diversas áreas da nossa vida, ocorre uma mudança significativa no perfil do consumidor, que já vem aderindo a formas de pagamento via internet. 

Por causa do isolamento social, causado pela pandemia, as pessoas ficaram impossibilitadas de irem presencialmente ao comércio. Como contramedida, rapidamente, organizou-se uma mudança de padrão nas relações de consumo, com as empresas oferecendo aos clientes facilidades de acesso e formas mais flexíveis de pagamento e com segurança. 

O e-commerce e os meios de pagamento digitais vieram para facilitar a vida dos empreendedores, e representaram a maior parte das vendas durante esse período. Os pagamentos via internet ajudaram muito, em especial, os pequenos empreendedores, que conseguiram se proteger da inadimplência e aumentar as vendas, mesmo sem a necessidade da presença física. 


Como diversificar os meios de pagamento?

A maioria dos empreendedores já entenderam que é necessário ter uma maquininha de cartão para poder receber os pagamentos. Embora o custo desse serviço possa parecer caro, o investimento compensa por causa da possibilidade de converter mais vendas. Quanto mais bandeiras a maquininha aceitar, mais interessante. Porém, é preciso avaliar os custos e em quanto tempo o dinheiro estará disponível – quanto mais rápido, melhor.

Já nas lojas virtuais, o mais importante é oferecer o maior número de opções de pagamento possíveis, pois não haverá limite geográfico para a concorrência. Se a loja online concorrente oferece mais meios, ela pode conseguir a preferência do cliente. Entretanto, a prioridade do e-commerce é a segurança. É preciso investir em um site seguro e com as certificações adequadas para dar ao consumidor a garantia de que não haverá fraudes. Para isso, é melhor optar por plataformas de e-commerce integradas com intermediadores de pagamento online como PayPal, PagSeguro, entre outros. A desvantagem são as taxas, mas isso precisa ser avaliado caso a caso. 

Os meios de pagamento mais modernos, como Pix, transferência bancária por app, pagamento por aproximação, QR code, links de pagamento vieram para facilitar ainda mais as transações entre as empresas e os clientes. Esses recursos permitem a venda direta de maneira dinâmica, podendo ser realizados presencialmente ou à distância pelo whatsapp, por exemplo. O Sebrae montou uma Cartilha Meios de Pagamentos Digitais com o objetivo de ajudar os pequenos negócios a investirem nessas ferramentas de pagamento digital. Você pode baixar aqui

A sua empresa precisa de ajuda com o financeiro? Nós podemos ter a solução!

Modernizar os meios de pagamento pode ser apenas o primeiro passo para melhorar o desempenho financeiro do seu negócio.

A Ampulheta é especializada em gestão financeira para pequenas e médias empresas. Somos referência no segmento de BPO financeiro, e contamos com vasta experiência de mercado. Fazemos desde as rotinas financeiras obrigatórias, até os relatórios e insights de negócio para fazer nossos clientes crescerem.

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8 Métricas para a análise financeira da sua empresa

Realizar uma boa análise financeira é essencial para o sucesso das empresas. Ter controle das finanças é algo que deve ser feito com planejamento e conhecimento técnico. Além de garantir que as rotinas financeiras sejam realizadas corretamente, é necessário saber como elaborar relatórios financeiros que realmente tragam informações relevantes para o negócio.

Para essa tarefa, existem métricas de desempenho financeiro que ajudam o gestor a ter uma visão mais aprofundada do negócio, além de servirem de base para a elaboração de uma estratégia de negócios eficiente. As métricas também ajudam a melhorar a compreensão dos resultados e tendências ao longo do tempo, e revelam quais pontos chave da empresa devem ser melhorados. 

Neste artigo, destacamos 8 métricas importantes para realizar a análise financeira do seu negócio com maior eficiência:

1 ROI

O Retorno sobre Investimento – do inglês Return Of Investment – é uma métrica financeira que relaciona o quanto foi gasto em determinada iniciativa (especialmente de marketing) e o quanto a empresa obteve de retorno financeiro em contrapartida. Por meio dele é possível enxergar quais são as ações da empresa que estão gerando mais lucro ou mais prejuízo, tornando mais claro quais investimentos valem mais a pena. 

2 Custo fixo e custo variável

Mapear os custos fixos e variáveis da empresa é muito importante para ter melhor previsibilidade e controle financeiro. A classificação dos custos varia muito de acordo com o tipo de empresa e qual é a sua atividade fim: uma indústria terá custos fixos e variáveis completamente diferentes dos de uma pequena lanchonete. 

Os exemplos clássicos de custos fixo são salários, aluguel, água, luz, internet; enquanto os gastos variáveis seriam a matéria-prima, embalagens, combustível ou mão de obra temporária. Contudo, alguns gastos podem ser “híbridos”, como por exemplo a conta de luz em uma fábrica: em um momento de pico de produção, o custo da energia elétrica pode ser maior, mas ao mesmo tempo a energia usada pelo setor administrativo será a mesma. 

3 Custo de aquisição por cliente

Essa métrica financeira tem o objetivo de mostrar qual é o valor investido para a aquisição de cada novo cliente. A fórmula desse cálculo é relativamente simples, pois leva em conta apenas o valor investido na conquista de novos clientes,  dividido pelo número total de clientes que entraram por conta dessa mesma ação. 

Entre o valor do investimento, devem ser considerados gastos como treinamento de atendentes, comissão de vendedores, sistemas especializados, visitas aos clientes, viagens de negócios, compra de ferramentas, e outros custos envolvidos. 

4 Fluxo de Caixa

A análise do fluxo de caixa é importante para realizar o devido controle financeiro do negócio. Além disso, quando o gestor dispõe de dados precisos sobre as movimentações no caixa ao longo de um certo período, gerando um histórico, fica mais fácil extrair dados sobre o desempenho da empresa como um todo. A partir do desempenho do fluxo de caixa é possível tanto prever as movimentações futuras, quanto tomar ações preventivas para corrigir qualquer desequilíbrio financeiro que possa ocorrer. Essas informações possuem um grande valor no processo decisório da empresa, servindo de base para novas estratégias e eventuais reparações. 

5 Lucro 

Todo o negócio tem como objetivo mais básico gerar lucro, pois sem ele não há razão para ele continuar a existir. Essa é uma das métricas mais importantes de análise financeira, pois ele revela qual é o resultado real de todos os esforços empregados até então. 

O lucro é um valor absoluto, obtido após deduzir das vendas todos os custos e despesas. Junto a ele, existem também os conceitos de “lucratividade” e “rentabilidade”, que avaliam aspectos mais específicos do desempenho da empresa. A lucratividade é um percentual obtido quando relacionamos o lucro líquido do valor das vendas em um certo período. Já a rentabilidade é a relação entre o lucro líquido e o investimento realizado para impulsionar o negócio. 

6 Receita Bruta e Receita Líquida

A receita bruta é o valor total de toda a entrada de recursos proveniente da atividade da empresa, antes de ser realizada qualquer dedução de tributos obrigatórios e impostos. Por lei, todas as empresas são obrigadas a fazerem o demonstrativo de receita bruta. Os tributos debitados da receita bruta são IPI, ISS e ICMS. 

Já a receita líquida é o montante de dinheiro obtido pela empresa por meio de sua atividade após serem reduzidos os impostos, descontos, abatimentos e devoluções. Ela normalmente é usada para informar o valor total de entrada de dinheiro no caixa da empresa. São debitados da receita líquida encargos como PIS, COFINS, ICMS e IPI.

7 Receita por empregado

Essa é uma métrica voltada a avaliar qual é a produtividade de cada colaborador da empresa, demonstrando qual é o seu “rendimento” em relação ao investimento feito nele. Obter essa noção é muito importante para o setor de recursos humanos que, com base nesses dados, consegue entender melhor sobre o desempenho das equipes e projetar melhor o futuro da empresa. 

8 Months of cash left

Os “meses de dinheiro restante” permitem identificar qual é o tempo de sobrevivência financeira da empresa de uma data em diante. Para descobrir essa informação, basta dividir o valor do capital da empresa pela “taxa de queima de dinheiro” (burn rate), que é a velocidade com que a empresa gasta o dinheiro que têm disponível. 


Sua empresa precisa de métricas financeiras mais assertivas? Nós podemos ter a solução!

A Ampulheta é especializada em gestão financeira para pequenas e médias empresas. Realizamos desde a parte operacional, com as contas a pagar e a receber e as rotinas financeiras, até o desenvolvimento de métricas, relatórios e insights de negócio, além da expertise da nossa equipe altamente qualificada. Temos anos de experiência em diversos segmentos de mercado e um alto índice de satisfação por parte dos nossos clientes.

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Preço x qualidade: não existe mágica

A eficiência de um serviço é compatível ao valor investido 


Entre as principais vantagens da tecnologia está proporcionar o acesso a uma vasta quantidade de soluções. Esse é o caso dos serviços de gestão financeira, que se tornaram mais dinâmicos e acessíveis com a possibilidade do trabalho remoto e das ferramentas de controle em nuvem. 

Entretanto, o mercado oferece inúmeras alternativas desse tipo de serviço, com as mais variadas características e preços, o que amplia o escopo de opções para as empresas. 

Muitos empreendedores que desejam otimizar o uso dos seus recursos tendem, naturalmente, a priorizar o corte de gastos e a economia na hora de contratar serviços. Contudo, levar esse pensamento de forma literal pode não resultar na economia desejada, podendo até mesmo causar prejuízos para o negócio no futuro.

Isso porque, existe uma relação direta entre o preço e a qualidade dos serviços prestados, em qualquer tipo de atividade. Geralmente, salvo algumas exceções, quanto maior for o investimento, maior será a qualidade do serviço contratado. Quem deseja terceirizar a gestão financeira, por exemplo, precisa estar ciente que as opções mais baratas nem sempre são as melhores para o seu negócio, por vários motivos, sendo a principal a qualidade de entrega. Do que adianta pagar um serviço mais barato, ou muito mais caro, se ele não é eficiente? É preciso avaliar as propostas e encontrar uma combinação justa entre a qualidade do serviço prestado e o valor a ser investido nessa melhoria. 

Procure por serviços de gestão financeira compatíveis com as necessidades do seu negócio

Qual é a real necessidade do financeiro de sua empresa? Qual é o volume de trabalho que ele demanda? É preciso de ajuda apenas com a parte operacional para administrar as rotinas financeiras? Ou também é preciso melhorar as estratégias de crescimento, com uma visão mais especializada?

Questões como essas podem ser um ponto de partida para entender qual é a necessidade real da sua empresa para um serviço de gestão financeira. A partir de então, é possível fazer orçamentos com as empresas que oferecem esses serviços com mais embasamento entre o que o seu negócio precisa e o que elas podem oferecer e cobrar. 

Outro parâmetro para avaliar se um orçamento é caro ou não, é calcular na ponta do lápis o quanto a sua empresa teria que gastar para fazer sozinha todo o serviço oferecido. É comum que a contratação de um serviço de gestão financeira terceirizado seja significativamente mais em conta do que montar um setor financeiro completo próprio, com todos os profissionais necessários. 

É preciso avaliar bem a realidade do negócio antes de analisar a relação entre o preço e a qualidade de um serviço oferecido. E também é importante fazermos um alerta quanto a propostas muito abaixo do preço de mercado, pois a probabilidade maior é de que elas possam não realizar uma boa entrega compatível com suas expectativas. 

Por essa razão, outros critérios como reputação da empresa no mercado, confiança, e entrega comprovada de bons resultados também devem ser adicionados ao fator “preço” na hora de decidir por um serviço de gestão financeira. 


Se você procura qualidade acima de tudo, e por um preço justo, nós podemos ter a solução! 

A Ampulheta é especializada em gestão financeira para pequenas e médias empresas, por meio da modalidade de outsourcing ou BPO financeiro. Cuidamos desde a parte operacional do setor financeiro até a gestão estratégica, oferecendo relatórios e insights baseados em dados. 

Somos uma empresa líder nesse segmento de mercado, e referência em BPO financeiro por oferecermos qualidade, entrega pontual e excelente atendimento, com uma equipe multidisciplinar capaz de criar estratégias efetivas para o crescimento do negócio dos nossos clientes. 

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Como sua empresa pode reduzir as despesas?

Usar o setor financeiro estrategicamente pode baixar os gastos


Empresas de qualquer porte se deparam com uma questão em comum: como cortar as despesas em situações de aperto?

Para as organizações maiores , cortar gastos pode parecer mais simples, pois qualquer economia pode ter um efeito grande quando reproduzida em sua escala. Já para as pequenas empresas, a margem é menor, sendo necessário empregar táticas diferentes. 

É aqui que surge um maior destaque para o setor financeiro como uma ferramenta estratégica na hora de enxugar as despesas. Ele tem o papel de coordenar as ações e realizar os cortes no momento mais oportuno, para que o negócio não perca o seu fluxo de operações. 

Leia a seguir as nossas dicas de como usar o seu financeiro estrategicamente para reduzir as despesas:

Entendendo os custos

A redução das despesas pode ser realizada em praticamente qualquer setor da empresa, mas é preciso pensar nos custos de maneira inteligente, sem prejudicar o andamento do negócio. 

As principais despesas de uma empresa estão agrupadas nas seguintes categorias principais:

-Folha de pagamento

-Quitação de tributos

-Pagamento de fornecedores

-Custos fixos (aluguel, energia, água)

-Investimentos

O trabalho do setor financeiro é equalizar todas essas áreas e fazer uma distribuição eficiente dos recursos. Ele gerencia o orçamento disponível em relação ao faturamento e o controle das despesas. 

Planejamento financeiro

O planejamento de gastos é essencial para obter uma visão completa dos custos da empresa, especialmente em épocas de crise. Ter a noção do todo facilita na hora de tomar decisões sobre em qual área é possível realizar ajustes. 

Um ponto de partida é observar quais são as áreas mais estratégicas do negócio e perceber quais setores estão apresentando um desempenho maior ou menor. Um exemplo disso pode ser um produto que tem um alto custo de produção, mas que não gera o retorno desejado em volume de vendas. A atitude mais assertiva, nesse caso, seria a descontinuidade desse produto, e o investimento do desenvolvimento de novos protótipos. 

O planejamento financeiro deve contemplar todas as áreas da empresa para estipular um orçamento condizente com a realidade. Para isso, ele precisa estar fundamentado com base nos dados financeiros do negócio, como fluxo de caixa, demonstrativos de resultados e balanço patrimonial. 


Cortes certeiros

No momento em que realizar os cortes for inevitável, é preciso prestar atenção , para que isso não cause prejuízos. Embora cada contexto seja único, é mais recomendado preservar os esforços da empresa em projetos prioritários, deixando para realizar os cortes em outras áreas menos estratégicas.

Um dos custos mais significativos de uma empresa é a folha de pagamentos. Mas nem sempre demitir funcionários para economizar pode ser a melhor opção. Isso porque, em qualquer empresa, alguns profissionais são peças-chave para o negócio, e a sua eventual saída deve ser algo pensado com cuidado. É melhor sempre pensar em um plano B, caso seja imprescindível desligar alguém.

Outra situação em que os cortes podem ser realizados equivocadamente, por exemplo, é reduzir a verba de marketing em meio a uma crise, enquanto o adequado seria investir mais nesse setor. A lógica por trás disso é que, quando as vendas precisam aumentar para recuperar o faturamento, é quando a divulgação e o marketing são mais necessários. 

Invista em um bom setor financeiro

A melhor maneira de realizar o corte de gastos com maior precisão e assertividade é contar com um bom setor financeiro. Isso porque, ele é o departamento responsável por conectar as diversas áreas da empresa, e conduzir a alocação de recursos para os projetos. 

O BPO financeiro, ou terceirização financeira, é um serviço criado especialmente para impulsionar os resultados financeiros das empresas. Nesse serviço, uma empresa contratada fica responsável por administrar o setor financeiro de uma empresa contratante, da mesma forma que um setor financeiro próprio convencional. Isso é feito por meio de ferramentas em nuvem e tecnologia de análise de dados, capazes de gerar relatórios precisos sobre a situação financeira em tempo real. Entre os resultados, os sócios ficam com mais tempo para trabalharem em outras estratégias, e a empresa obtém maior controle financeiro.


A Ampulheta é especializada em gestão financeira para pequenas e médias empresas. Contamos com um vasto conhecimento de mercado e profissionais especialistas para ajudar nossos clientes a irem mais longe.

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3 provas de que o BPO financeiro ajuda a empresa a economizar

Tecnologia e gestão especializada ajudam o empreendedor a gastar menos

O BPO financeiro é uma modalidade de terceirização de gestão financeira para empresas que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Um dos principais diferenciais desse serviço é o uso inteligente da tecnologia para o controle das finanças com a atuação de profissionais especializados na área. 

Como funciona o BPO financeiro?

No Business Process Outsourcing (BPO) para a área de finanças, uma empresa contratada passa a ser a responsável por administrar as atividades financeiras de outra empresa contratante. As rotinas de contas a pagar e a receber e as burocracias passam a ser feitas fora da empresa, à distância, com o uso de ferramentas digitais via internet. Outra vantagem é poder contar com análises de dados mais precisas sobre o setor financeiro por meio de tecnologias de dados e analytics. 

Dessa forma, o empreendedor tem mais controle de tudo que se passa em um só lugar, e em qualquer localização com acesso à rede. Assim, sobra mais tempo para ele se dedicar a outras áreas estratégicas da empresa, mais diretamente ligadas com a atividade fim do negócio. 

3 provas de que BPO financeiro significa mais economia

A redução de custos e o uso inteligente dos recursos é uma das maiores preocupações das empresas que procuram pelo serviço. Tendo essa informação em mente, listamos a seguir 3 provas de que o BPO financeiro realmente ajuda as empresas a economizarem dinheiro:

1 Enxugamento da mão de obra própria

As pequenas e médias empresas enfrentam desafios maiores quanto à gestão de pessoas. Contratações, folha de pagamento, custos com rescisões ou admissão de funcionários, investimento em sistemas de gestão, treinamentos, etc, podem representar uma despesa substancial para empresas de pequeno e médio porte, tornando mais lento o seu crescimento até que ela tenha mais recursos e volume de negócios. 

Mas mesmo empresas que já possuem capital também optam pela terceirização por outros motivos como, por exemplo, a falta de conhecimento técnico, expertise, falta de tempo, ou redução dos custos. O objetivo dessas organizações passa a ser simplificar os processos para potencializar o uso dos seus recursos disponíveis.

Com o BPO financeiro, é possível obter a mão de obra de uma equipe multidisciplinar de profissionais especialistas em finanças desde sempre, sem a necessidade de contratá-los diretamente. Assim, os custos com pessoal acabam sendo menores do que montar o próprio setor financeiro completo dentro da empresa. 

2 Redução da inadimplência

Muitas empresas encontram grandes dificuldades em lidar com a inadimplência, sendo esse um fator de risco para o alto endividamento, descontrole das contas e falta de recursos. As pequenas e médias empresas encontram um desafio extra nesse quesito, pois, eventualmente, podem não contar com profissionais do setor financeiro dedicados apenas às cobranças.

A partir do momento em que a empresa pode contratar uma equipe multidisciplinar especializada no setor de finanças, fica muito mais fácil administrar eventuais calotes ou atrasos no pagamento por parte de clientes ou fornecedores. As empresas de BPO financeiro costumam ter um setor dedicado exclusivamente para realizar as cobranças e tratar diretamente com alguma parte que está devendo. 

3 Processo decisório mais estratégico e assertivo

Todo o empreendedor de alguma forma aprende na pele que, por vezes, uma decisão errada pode custar muito mais caro do que se imagina. Levando isso em perspectiva, o BPO financeiro conta com ferramentas tecnológicas capazes de realizar análises dos dados do negócio e transformá-los em insights valiosos que irão influenciar na tomada de decisões.

Isso reduz drasticamente a probabilidade de erros ou a falta de informações relevantes para guiar processos decisórios estratégicos para o negócio. Além disso, a possibilidade de ter um backup em nuvem das informações financeiras traz mais tranquilidade para a segurança dos dados e amplia as possibilidades de análise. 


Sua empresa precisa de ajuda para economizar recursos e melhorar a produtividade? Podemos ter a solução!

A Ampulheta é especializada em gestão financeira terceirizada para pequenas e médias empresas que querem acelerar o seu crescimento. Realizamos desde as rotinas financeiras até o diagnóstico e oferecemos soluções para aperfeiçoar o setor financeiro dos nossos clientes. Contamos com uma equipe altamente qualificada, com anos de experiência em mais de um segmento de mercado. 

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Fim de ano na empresa: planeje antes e prepare o seu financeiro

Despesas com encargos trabalhistas, 13º salário dos funcionários e outros desembolsos podem chegar a alocar uma grande parte do lucro da empresa no final do ano

A chegada do final do ano costuma ser uma época agitada para a maioria das empresas. É preciso dar conta de fechar o planejamento do que está sendo concluído e preparar a prestação de contas. Para os empreendedores, ainda existe uma preocupação a mais, que é preparar o caixa da empresa para arcar com as despesas obrigatórias de final de ano e início do calendário seguinte. 

Sem o devido planejamento financeiro, pode ser muito difícil para as empresas passarem por esse período sem terem imprevistos ou até mesmo prejuízos. Embora as festas de final de ano possam representar um incremento significativo no volume de vendas e nos lucros, despesas como o 13º salário dos funcionários, férias, encargos trabalhistas, eventuais desligamentos ou demissões, impostos ou dívidas podem acabar alocando a totalidade ou mais desse faturamento extra. Por isso, é muito importante estabelecer um planejamento financeiro específico para o final do ano.

Planejamento financeiro é a solução

Para se prevenir de um sufoco maior em dezembro, o empreendedor deve ser proativo e fazer o planejamento financeiro com antecedência, ao longo do ano. Certamente que, ao decorrer do tempo, esse planejamento precisará ser alterado e atualizado, pois algumas mudanças realmente acontecerão de forma repentina. Mas a função principal do planejamento é garantir alguma previsibilidade sobre o fluxo de caixa necessário para manter a empresa em funcionamento, além de estabelecer qual é o valor satisfatório das reservas financeiras para lidar com as eventualidades. 

É muito mais seguro enfrentar o ano com o auxílio de um planejamento financeiro detalhado e a garantia de uma reserva de recursos para atravessar períodos de maior turbulência. Se o empreendedor já tem a noção de que, todos os anos, o último trimestre/bimestre são os meses mais desafiadores, por que não se preparar antes? É possível que ele analise as despesas dos últimos anos para ter uma estimativa de quanto foi gasto nessa época. A partir desses dados, ele pode juntar uma reserva financeira ao longo do ano para não ser tão impactado pelo acúmulo de despesas, por exemplo.

Veja a seguir quais são as maiores despesas que as empresas têm no final do ano:

13º salário

Esse encargo representa uma das maiores despesas para as empresas no final do ano. O valor do 13º salário corresponde a 1 parcela extra de 12 salários pagos ao trabalhador ao longo do ano, podendo variar de acordo com o contrato de cada colaborador. 

As horas extras trabalhadas, adicional noturno, bônus, comissões e outros benefícios devem ser considerados no 13º salário, que pode ser pago em duas parcelas ou em uma cota única de acordo com o que foi combinado com os trabalhadores. 

Para o administrador, uma forma mais fácil de inserir o 13º salário no planejamento financeiro pode ser estabelecer um orçamento anual para cada empregado e dividir o valor total por 13, ao invés de 12. Esse será o valor do salário oferecido, dentro das possibilidades da empresa. Dessa forma, o 13º estará incluído no orçamento da empresa ao longo do ano, e não será necessariamente uma despesa extra. Também há a possibilidade de negociar esse ponto com o trabalhador, dependendo do tipo de regime de contratação. 

Férias Coletivas 

Algumas empresas têm a opção de propor férias coletivas para seus funcionários durante as festas de final de ano (natal e ano novo). Geralmente com no mínimo 10 dias de duração, as férias ainda preveem um pagamento extra de 1/3 do salário. No caso das férias coletivas, esse pagamento deverá ser feito a todos os funcionários ao mesmo tempo, portanto, essa deve ser uma despesa prevista no planejamento financeiro. 

Distribuição de lucros 

Caso a empresa tenha tido lucros acima do que foi previsto nas metas, algumas adotam um sistema de distribuição de parte desses recursos para os seus colaboradores. Para garantir que esse pagamento aconteça, as contas da empresa precisam estar sob controle para que sobre recursos para a distribuição de lucros. 

Festas de fim de ano

Muitas empresas valorizam as confraternizações de final de ano como uma forma de integração e agradecimento à equipe pelo trabalho realizado. Existem várias opções para comemorar essa data, algumas mais caras e outras mais baratas. É possível fazer uma grande festa, ou distribuir cestas natalinas, vales presente, amigo secreto, ações solidárias, e o que mais a empresa preferir ofertar aos seus colaboradores. 


Precisa de ajuda para preparar o financeiro da sua empresa para o final do ano? Podemos te ajudar!

A Ampulheta é especializada em gestão financeira terceirizada para pequenas e médias empresas. Realizamos desde as rotinas de pagamento e recebimento de contas, até diagnósticos e análise de dados do negócio. Temos um time de profissionais multidisciplinar experientes em mais de um segmento de mercado e com anos de atuação na área financeira. 

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Os maiores desafios das pequenas e médias empresas

Abrir uma empresa no Brasil apresenta desafios em comum para empreendedores iniciantes e experientes

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Frequentemente, ouvimos falar que o Brasil é um lugar difícil de empreender. Talvez, essa percepção esteja ligada ao fato de que por aqui somos os mais propensos a ver o empreendedorismo de necessidade. 

Ao contrário de outras situações em que o empresário enxerga uma oportunidade e investe em uma solução, a necessidade econômica faz com que muitos novos empreendedores se joguem em um negócio próprio sem o conhecimento e o preparo adequados para o sucesso.

Mesmo assim, em ambos os casos, os empreendedores enfrentam problemas muito semelhantes no seu cotidiano. Apesar de serem de diferentes regiões do país e de mercados distintos, e tirando as adversidades específicas de cada uma, as pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam desafios em comum. 

Barreiras de acesso ao crédito

A dificuldade de acesso ao crédito é comum para todos os que desejam abrir um negócio no país. Muitas micro e pequenas empresas iniciam sua trajetória sem saber qual é o capital necessário para entrar e se manter em operação, geralmente por desconhecimento. 

A solução mais comum é recorrer a empréstimos assim que as coisas ficam mais complicadas. Contudo, as PMEs nem sempre conseguem acesso às linhas de crédito mais adequadas para si. Isso porque as instituições financeiras costumam restringir o crédito para empresas iniciantes, pois consideram apenas as empresas que já possuem um bom histórico de pagamentos. Com isso, obter capital emprestado fica muito mais caro para as PMEs, que acabam pagando taxas mais altas e tendo que oferecer mais garantias e documentação de difícil acesso.

Falta preparo gerencial

É comum vermos pessoas que decidem abrir um negócio porque são muito boas em uma atividade fim, porém não possuem preparo ou experiência com administração. Isso pode cobrar um preço alto lá na frente, pois é a origem de muitos problemas dentro da empresa. 

O empreendedor deve ter atenção especial com a sua própria formação e procurar o preparo adequado para tomar as rédeas do negócio. É comum que ele encontre um sócio mais experiente com a parte administrativa, formando um time ideal, ou então já tenha um plano para terceirizar as áreas que domina menos. 

Por outro lado, as PMEs também relatam problemas na gestão de pessoas e na manutenção de talentos na equipe. Esse é mais um ponto em que a falta de experiência em gestão pode ocasionar muitos problemas. É preciso investir em treinamento e oferecer benefícios e condições de trabalho justas dentro da empresa. 

Burocracia em excesso

Em alguns países, o processo de abertura de empresas pode durar de 5 a 10 dias, enquanto no Brasil isso pode levar mais de 100 dias para ser concluído. A burocracia é muito grande para se conseguir todos os documentos e licenças para entrar em operação. 

As PMEs ainda enfrentam outras dificuldades nessa etapa, pois dificilmente conseguem uma consultoria para tirar dúvidas na hora de instituir a empresa. Por isso, pode haver confusão e desentendimento ao decidir pontos importantes como o tipo societário, porte, regime tributário, além de estarem sempre sujeitos a mudanças repentinas na legislação brasileira. 

Carga tributária pesada e complexa

O Brasil é um dos países que mais onera as pequenas e médias empresas, que pagam de impostos um peso significativo no PIB, em torno de 30%. Além dos impostos federais, o que dificulta a vida das PMEs são as regras de tributações diferentes e não padronizadas entre os estados, o que causa muita dor de cabeça para os gestores, chegando a ser um entrave para o crescimento. Por isso, algumas PMEs não se sentem encorajadas a operar fora dos limites do seu estado de origem. 

Gestão financeira inadequada

Infelizmente, muitos novos empreendedores não tiveram acesso à educação financeira antes de abrir um negócio próprio. Logo, conceitos essenciais como fluxo de caixa e capital de giro podem ser negligenciados desde o início da empresa, ocasionando problemas sérios.

Outro problema comum nessa área é misturar as finanças pessoais e familiares com as da empresa. Isso é altamente não recomendado e pode ter consequências graves para a saúde financeira do negócio. 

Falta de planejamento e organização financeira torna difícil entender qual é a realidade do negócio, o que pode virar uma bola de neve e levar até mesmo à falência.


Seja qual for o desafio enfrentado pela sua empresa, a melhor maneira de começar a resolver todos eles é cuidando da saúde financeira do negócio! E por sorte, a Ampulheta está preparada para te ajudar.

Somos uma empresa especializada em gestão financeira terceirizada para pequenas e médias empresas. Oferecemos desde a parte operacional do financeiro, até análises detalhadas, relatórios e insights de negócios e planejamento estratégico. Cuidamos do financeira dos nossos clientes com uma equipe altamente qualificada e experiente em mais de um segmento de mercado

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Como aumentar a produtividade do setor financeiro?

Você já se perguntou se o setor financeiro da sua empresa é produtivo?

Além de cuidar da produtividade da empresa como um todo, é preciso também prestar atenção na produtividade do setor financeiro. Isso porque, a maneira de gerir os recursos disponíveis da organização irá definir se ela terá sucesso ou não. 

O trabalho dentro do setor financeiro pode ser algo metódico e que leva tempo para ser executado. Por outro lado, o dinamismo do mercado exige das empresas um trabalho operacional mais ágil. Nesse contexto, a otimização das tarefas se faz necessária para melhorar a produtividade do financeiro.  O setor ainda é responsável por manter um relacionamento e conectar as outras áreas do negócio, indo muito além de monitorar as contas a pagar e a receber. 

Quando dizemos que o setor financeiro precisa ser produtivo, isso está relacionado não apenas com rapidez de processos dentro do próprio setor, mas também com a sua função de interligar-se às outras partes da empresa e a outros agentes externos. Por conta disso, o financeiro desempenha uma função estratégica importantíssima para o bom andamento da organização como um todo ao fazer uma ponte entre os setores da própria empresa, clientes, instituições financeiras e outras organizações públicas e privadas.

Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelo setor financeiro?

Um dos maiores problemas, de longe, é quando a empresa ainda não conta com um bom sistema de gestão e isso tem repercussões que dificultam o andamento das finanças. Atualmente, é indispensável contar com ferramentas de automatização no setor financeiro para auxiliar nas etapas burocráticas dos processos. Esse é um ponto que pode prejudicar muito a produtividade dos funcionários, pois a tecnologia hoje permite que se tenha todas as informações ao alcance das mãos, o que facilita o trabalho. 

Outra dificuldade muito comum é a falta de contato com os outros setores da empresa pois, tradicionalmente, o financeiro é visto como separado do resto da organização. Sem o contato e o engajamento com as outras áreas, pode haver um isolamento do financeiro, o que pode atravancar processos e atrasar projetos que poderiam ser executados com mais rapidez. Quando os funcionários da empresa percebem o financeiro como um setor que “não ajuda”, isso também é um problema.

Por que o financeiro precisa ser produtivo?

Ao não investir em um setor financeiro capaz de dar conta das tarefas operacionais e interligar os outros setores, a empresa perde muito em competitividade e eficiência no mercado. E a razão disso é porque a saúde financeira de um negócio repercute em todas as suas ações. 

O setor financeiro também é responsável por fornecer aos sócios e acionistas todas as informações necessárias sobre a saúde do negócio: como andam as vendas? O faturamento foi o esperado? É possível cortar gastos? Como anda o planejamento financeiro? Entre outras questões. Afinal, quem investiria em uma empresa que não consegue oferecer informações claras sobre o seu desempenho, não é?

Outro motivo importante para aumentar a produtividade do setor financeiro é o controle da inadimplência. Se essa questão virar um problema muito grande, pode ser muito difícil reverter a situação e reequilibrar as contas da empresa de volta à normalidade. 

Como aumentar a produtividade do setor financeiro?

Existem algumas abordagens que podem ajudar a melhorar o fluxo de trabalho e o desempenho do setor financeiro da empresa:

-Definir metas e objetivos claros

Como é possível chegar a algum lugar sem saber aonde se quer chegar? Parece uma questão muito simples, mas não é bem isso. Sem metas e objetivos claros, como saber qual é o resultado desejado? 

No setor financeiro, é necessário estabelecer metas possíveis, dentro de um planejamento e com um tempo determinado, para que a equipe trabalhe com foco e dedicação em busca dos resultados. As metas podem ser individuais, ou dos subsetores do financeiro, ou coletivas. O que importa é que elas estejam alinhadas com o planejamento estratégico da empresa como um todo, e ajudem a organização a atingir os seus objetivos de negócio.

-Ter uma boa comunicação com os outros diretores e os acionistas

O diretor financeiro é a figura responsável por apresentar os dados financeiros nas reuniões com outros diretores da empresa e com os acionistas. Ele é o responsável por comunicar a situação das finanças e equilibrar as demandas dos interesses envolvidos em busca de uma solução em conjunto.

Esse tipo de relação costuma ser bem intensa e com muitas cobranças e pressões. Por isso, o diretor financeiro deve compreender as necessidades de todos os envolvidos, seja a empresa grande ou pequena. Nas pequenas empresas, muitas vezes, o dono desempenha a função de acionista e diretor financeiro. Mesmo nesses casos, os interesses devem estar alinhados. 

-Investir nos profissionais da área

Hoje, a produtividade do setor financeiro está relacionada à capacidade dos profissionais de incorporarem as novas tecnologias e as ferramentas no trabalho, tanto no operacional quanto na análise financeira. Eles devem estar sempre prontos para aprender novas formas de otimizar o setor financeiro na busca pela excelência. 

Portanto, é importante investir na capacitação dos funcionários e fomentar o engajamento e contato entre eles e os outros funcionários de outros setores da empresa. O bom relacionamento entre esses profissionais pode ser tão importante quanto saber usar as ferramentas de automação e de analytics.

-Valorizar o trabalho em equipe

Os funcionários precisam se sentir parte da empresa e se identificarem com os seus valores e objetivos. Isso não é diferente no financeiro. Um forte senso de pertencimento e a valorização do trabalho em equipe podem ser muito eficientes para melhorar a produtividade do setor.

O líder também precisa ser capaz de fornecer os feedbacks necessários e intervir nos momentos oportunos. Apenas criticar sem fundamento não é algo compatível com o trabalho em equipe. É preciso cobrar a resolução dos problemas, mas ao mesmo tempo incentivar a equipe a superar os desafios em conjunto.


A sua empresa está precisando aumentar a produtividade do financeiro? Deixe com a gente!

A Ampulheta é especializada em gestão financeira terceirizada para pequenas e médias empresas. Oferecemos o serviço mais completo do mercado, que vai desde assumir a parte operacional – contas a pagar e a receber, controle de inadimplência, conciliação bancária, e mais – até realizar diagnósticos financeiros e gerar relatórios de desempenho que dão mais segurança para a tomada de decisões. Nossa equipe é multidisciplinar e conta com profissionais com anos de experiência em mais de um segmento de mercado.

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O que os empreendedores podem aprender com os atletas profissionais?

Lições sobre determinação e disciplina dos esportistas podem ser aplicadas no mundo dos negócios

Toda vez que acontece algum grande evento esportivo como as olimpíadas, o mundo fica impressionado com o desempenho dos melhores atletas do planeta, capazes de feitos impossíveis para as pessoas comuns. Esses resultados que vemos são fruto de muito treino, determinação e disciplina, que fazem parte da rotina diária dos atletas. 

Quando fazemos um paralelo entre o esporte e o empreendedorismo, pensamos como o comportamento e as atitudes desses atletas de alto desempenho podem servir de inspiração para o trabalho dos empreendedores.

Em primeiro lugar, podemos afirmar que os atletas e os empreendedores, certamente, têm algo em comum: ambos estão sempre em busca da superação. É dessa forma que as barreiras são rompidas, e eles conseguem atingir novos patamares nunca imaginados antes. E é isso que move o mundo, a determinação de sempre superar a si mesmo e as adversidades do caminho.

Veja a seguir algumas lições que os empreendedores podem aprender com os atletas de alto desempenho:

Planejamento

Não existe um bom atleta sem planejamento. E para planejar, é preciso antes ter um objetivo claro e bem delimitado. A vida de um atleta é repleta de metas – objetivos claros e específicos, com uma janela de tempo definida para acontecerem – e um minucioso planejamento para fazer com que elas se concretizem. 

No dia a dia do empreendedor é muito comum que as metas acabem se perdendo pela forma subjetiva com que elas são criadas. Metas pouco claras como “aumentar o faturamento” ou “reduzir os custos” dificilmente se tornarão realidade. É preciso ser mais específico: “aumentar o faturamento em 10% no Dia dos Pais”, ou então “reduzir em 20% o consumo de energia elétrica da empresa no próximo semestre”. Só assim é possível montar um planejamento eficiente.

Os atletas possuem a vantagem de viverem todos os dias em função de seus objetivos. Por conta disso, eles precisam de um planejamento o mais detalhado o possível para chegarem, na hora certa, no melhor do seu condicionamento físico e mental. É algo a mais do que planejar, é o verdadeiro comprometimento com a execução do planejamento. Os atletas possuem a consciência de que os resultados estão ligados à disciplina de executar o seu planejamento até o final. Além disso, o atleta sabe que deve sempre rever o seu planejamento, ajustando metas menores de curto e médio prazo, avaliando os resultados até ali e traçando outros rumos caso algo saia fora do planejado. Se os empreendedores aprenderem a ter esse mesmo engajamento dos atletas com o processo e com o planejamento, não há nada que eles não possam conquistar.

Trabalho em equipe

Tanto nos esportes individuais quanto nos coletivos, trabalho em equipe é o que mais importa para que os atletas tenham sucesso. Mesmo sozinho, um atleta depende de seus treinadores, médicos, suporte, e todas as pessoas que trabalham junto com ele pelo mesmo objetivo. Já nas equipes e times, às vezes é mais importante ter um grupo bem entrosado e que se dê apoio do que atletas mais fortes individualmente.

Para os empreendedores, o valor do trabalho em equipe funciona da mesma forma, independente do tamanho da empresa, empreendedor solo ou sócios. Todos precisamos de ajuda em algum momento, e sempre haverá outra pessoa mais capaz do que nós para determinada tarefa. Valorize a sua equipe, assim como os atletas, e sua empresa irá longe.

Cuidados com a saúde

Cuidar da saúde é algo fundamental para um atleta, afinal, o seu corpo é o seu instrumento de trabalho. Ele sabe exatamente quando dar tudo de si, e quando precisa de descanso. Sem estar em perfeita sintonia com o corpo, o atleta pode cometer erros ou tomar decisões equivocadas numa partida que podem ter consequências desastrosas. A saúde influencia diretamente no nível de concentração exigido para alcançar os objetivos.

Para os empreendedores, manter uma vida saudável também é uma questão importante. O nosso organismo precisa estar bem alimentado e descansado para suportar os desafios. Após um dia inteiro de trabalho, com cansaço físico e mental, não é possível ser produtivo. O empreendedor deve ter noção de que cuidar bem de si mesmo, da sua saúde física e mental, é mais importante para o negócio do que o volume de horas trabalhadas. 

Lidar com as pressões internas e externas

Os atletas de alto desempenho estão acostumados desde cedo com a pressão de um estádio cheio, de torcidas, e das condições dos locais de competição e da arbitragem. Além dessa pressão externa, existe a pressão interna, que são as cobranças do próprio atleta em relação ao seu desempenho, expectativas e sonhos. Portanto, a preparação psicológica é tão importante para o atleta quanto a preparação física.

Os empreendedores também sofrem pressões da mesma natureza, seja pela complexidade do mercado, relação com a concorrência, ou então às demandas internas da empresa, e seus desafios. Também é difícil encontrar um equilíbrio. Por isso, a preparação psicológica e mental deve fazer parte da vida do empreendedor. Ele deve investir nisso, procurar ajuda profissional e propagar a ideia de saúde mental em seu ambiente de trabalho. 

Resiliência

Quantos atletas você conhece que tiveram muito mais derrotas do que conquistas? Provavelmente a maioria deles. Lidar com as frustrações é algo que os atletas precisam fazer diariamente em suas vidas, pois, por vezes, ficar desanimado com um ponto do adversário pode acabar o jogo ali mesmo. A famosa resiliência é uma qualidade que está presente no perfil dos atletas de alto desempenho.

Ao aprenderem a ser resilientes como os atletas, os empreendedores podem se sair muito melhor ao lidarem com situações adversas e negativas. Isso ajuda muito a elevar a confiança e a encontrar soluções novas em momentos difíceis. 

Celebrar, sempre!

Quem não fica contagiado ao ver a comemoração de um atleta que se consagrou campeão, após um longo tempo de preparo e várias dificuldades no caminho? Os atletas são mestres em celebrar toda e qualquer conquista, seja ela pequena ou grande. 

Os empreendedores podem incorporar esse espírito e aprender a valorizar todas as suas conquistas e batalhas vencidas. Os resultados só aparecem para quem trabalha e se dedica, e se o empreendedor chegou lá, é porque foi merecedor. Por isso, eles devem aproveitar a jornada e apreciarem cada momento de consagração.


Você é um empreendedor que precisa de ajuda com a parte financeira do seu negócio? A Ampulheta pode ser a solução!

Somos especialistas em gestão financeira terceirizada para pequenas e médias empresas. Nosso time é composto de profissionais multidisciplinares, com vasta experiência em diversos segmentos de mercado. Fazemos desde a parte operacional da rotina financeira até a produção de relatórios de desempenho e insights de negócio. Somos a empresa com o BPO financeiro mais completo do país.

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BPO financeiro: um diferencial competitivo para a sua empresa

Tecnologia aliada à gestão terceirizada do setor financeiro ajuda a crescer mais rápido


O Business Process Outsourcing (BPO) é uma modalidade de terceirização de setores da empresa que não estejam ligados ao seu core business. Já é comum vermos a terceirização de serviços administrativos, como por exemplo o RH, Marketing ou Jurídico, mas a terceirização do setor financeiro pode ir muito além de apenas garantir o seu funcionamento diário. 

O BPO financeiro pode ser um diferencial competitivo valioso para as empresas, pois além da parte operacional, ele se dedica a melhorar a performance por meio da análise e processamento de dados, e insights de negócio. O serviço funciona em duas frentes principais: a realização da rotina financeira – agendamento e pagamento de contas, cobranças, encargos, registros financeiros –, e a coleta e análise de dados financeiros para gerar relatórios de desempenho, com a supervisão de um time de especialistas em gestão financeira. 

Neste artigo, vamos falar os motivos pelos quais o BPO Financeiro pode ser um diferencial tão importante para melhorar os resultados da sua empresa:

Padronização dos registros financeiros

É surpreendente o número de empresas que ainda têm dificuldade em manter os registros financeiros computados e em dia, mesmo depois da digitalização. Não adianta apenas ter acesso à ferramenta, é preciso ter organização e padronização dos registros financeiros para que eles façam sentido e comuniquem qual é a situação real das finanças.

Com o BPO Financeiro, salvar os registros financeiros passados e atuais fica mais fácil por causa da tecnologia em nuvem, que permite o registro recorrente dos dados e o backup automático. Dessa maneira, os dados estão sempre disponíveis em qualquer lugar para os gestores da empresa, e há um menor risco da perda de informações. 

Maior assertividade na tomada de decisões

Em uma empresa nova, ainda com pouca experiência no mercado, pode haver hesitação na hora de definir quais serão os investimentos mais importantes para crescer. Ou então, mesmo em empresas com mais tempo de atividade, escolher quais estratégias financeiras terão melhores resultados pode ser uma tarefa difícil, caso as contas da empresa não estejam em dia. Nos dois casos, existe uma boa chance dos resultados não serem positivos.

Uma das maiores vantagens do BPO Financeiro é poder contar com um time de especialistas em gestão financeira que podem fazer projeções e simular situações futuras de acordo com os dados reais do negócio. Essa ferramenta é de suma importância na hora da tomada de decisões, pois torna mais claro os cenários possíveis e qual deles terá melhores chances de dar certo.

Tranquilidade para os sócios

Uma realidade muito comum para os empreendedores é precisar se dedicar a várias áreas da empresa desde o início. Pode acontecer de um dos sócios, ou todos eles, não terem tanta afinidade com a área financeira e isso acabe se tornando um calcanhar de Aquiles para o negócio. Com o tempo, é preciso aprender a delegar as funções para outras pessoas com mais  habilidades e conhecimentos em cada área. Mas esse nem sempre é o caso do financeiro, que costuma ser um dos últimos setores que os empreendedores confiam a outros funcionários. 

Contar com um BPO financeiro é algo que traz mais tranquilidade aos sócios, pois se trata de um serviço especializado e de confiança. A empresa de BPO que assume o financeiro de outra só pode autorizar qualquer movimentação após o ok dos sócios, que não perdem o controle dos recursos financeiros, mas ficam livres do trabalho operacional. Assim, os empreendedores conseguem trabalhar mais motivados no core business da empresa, pois conseguem mais tempo para se dedicarem ao planejamento estratégico. 

Visão estratégica com um olhar de fora

Mesmo com as contas pagas e os registros em dia, algumas empresas ainda podem encontrar dificuldades em entender qual é a sua situação real frente ao mercado. Geralmente, isso acontece devido à falta de uma visão estratégica do negócio. Os sócios podem estar ainda presos a alguns paradigmas datados sobre como comandar a empresa, e isso pode ser um problema que não aparece de forma tão evidente, mas que pode trazer sérias consequências.

Recentemente vivemos um período muito desafiador de crise econômica causada por uma pandemia que fez com que muitas empresas que ainda estavam atrasadas em seus processos de digitalização tivessem que mudar tudo rapidamente. Contudo, não adianta nada apenas incorporar as ferramentas tecnológicas no dia a dia sem uma visão estratégica de como tirar o melhor proveito delas.

Um dos grandes trunfos do BPO Financeiro é aumentar o repertório de soluções estratégicas para os problemas e os objetivos da empresa dentro da sua capacidade financeira. A possibilidade de contar com um olhar de fora de profissionais experientes – muitas vezes em mais de um segmento de mercado – é com certeza uma mudança de paradigma. É preciso que o empreendedor esteja aberto a novas ideias e soluções, que de outra maneira ele não teria acesso.


Se você quer que a sua empresa se destaque da concorrência e tenha todos os benefícios de um BPO Financeiro, está na hora de conhecer a Ampulheta!

Somos a primeira empresa brasileira o oferecer o serviço completo de BPO Financeiro, que vai desde o cumprimento das tarefas operacionais (contas a pagar e a receber, cobranças, etc), a coleta e armazenamento de dados financeiros, conciliação bancária, balanços, produção de relatórios de desempenho, até a proposição de soluções estratégicas tanto para eventuais problemas, quanto para o plano de negócios e o crescimento da empresa. 

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Reserva financeira: como ela ajuda a sua empresa a lidar com imprevistos

Ter uma “reserva de emergência” para o negócio é uma estratégia para se manter no mercado


Os imprevistos sempre acontecem, seja para pessoa física ou pessoa jurídica. Para as empresas, lidar com situações não premeditadas pode ser um problema muito maior quando não há um dinheiro reservado exclusivamente para isso. 

Queda no fluxo de vendas, reparos urgentes a equipamentos, calote, e diversas outras situações podem ser amenizadas com a existência de uma reserva financeira. Neste artigo vamos falar sobre ela, quais são as suas peculiaridades e como montar uma para a sua empresa.

O que é a reserva financeira?

Assim como nas finanças pessoais, também é recomendado que as empresas tenham uma “reserva de emergência” para situações imprevisíveis. A reserva financeira é um valor para que as empresas tenham de onde sacar recursos para financiar despesas acima do previsto, sem contrair dívidas com terceiros.

Ela serve para que a empresa tenha mais tranquilidade em lidar com situações inesperadas ao aumentar a sua capacidade de alocar recursos, sem tirar dinheiro de outros setores importantes do negócio. 

Algumas situações comuns de uso da reserva financeira são: a queda de um número considerável de clientes; diminuição das vendas; falta de dinheiro para quitar a folha de pagamentos ou as despesas do mês; impactos devido a crises econômicas; reparos urgentes de maquinário crucial para o andamento do negócio; multas por infrações ou quebras de contrato; demissões e indenizações. 

Nessas situações, a reserva financeira ajuda a lidar com os imprevistos sem que a empresa caia em um círculo vicioso de endividamento e falta de liquidez.

Reserva financeira x Capital de giro

A Reserva financeira e o caixa da empresa não são a mesma coisa, pois cumprem funções distintas. Ter capital de giro significa ter sempre uma quantia suficiente no caixa para pagar as despesas e as dívidas de curto prazo, sem a necessidade de pegar dinheiro emprestado. 

Já a reserva financeira é um valor separado, que só deve ser usado quando faltar dinheiro em outros setores da empresa, inclusive no capital de giro. Se naquele mês, por algum motivo, faltar dinheiro para cumprir as obrigações, os recursos da reserva financeira podem ser usados para cobrir esse “furo” no orçamento. 

Como montar uma reserva financeira?

Para compor a reserva financeira, a empresa deve destinar parte dos seus lucros para esse fim. Por isso, primeiro, ela deve estar em uma boa situação financeira, e operar “no azul”. 

Contudo, essa porcentagem não precisa ser fixa, pois dependerá do momento geral da empresa, suas prioridades, o quanto está ganhando e investindo, qual é o faturamento e quais são as perspectivas de crescimento. 

De início, é recomendado que a reserva financeira tenha o suficiente para manter a empresa funcionando durante ao menos 2 meses, mas o ideal seria ter uma quantia para continuar a operar por 6 meses até 12 meses. Esse valor é medido pela soma dos custos mensais, multiplicado pela quantidade de meses desejados. 

Muitas empresas escolhem investir o dinheiro da reserva financeira com o objetivo de ter alguma rentabilidade enquanto esse dinheiro está parado. Essa é uma boa estratégia, mas deve-se tomar cuidado com o tipo de investimento escolhido. Por se tratar de uma forma de ter mais liquidez para a empresa, não é uma boa opção escolher aplicações com baixa liquidez ou prazos mais longos. Por isso, a melhor escolha são títulos de renda fixa como Tesouro Selic, CDB com liquidez diária, LCI e LCA com liquidez diária e Fundos de Renda Fixa. 

Como a reserva financeira aparece nas contas da empresa?

A reserva financeira pode ser contabilizada tanto como “reserva de capital” ou “reserva de lucros”, veja essas definições a seguir:

Reserva de capital: é um valor que a empresa possui, mas que não advém da venda de nenhum produto ou serviço, pois é recebida por outros meios. Está definida pela Lei nº 6.404 de 1976, que classifica esses valores como: doações realizadas por proprietários ou terceiros; ágio na emissão de ações; incentivos fiscais do governo e demais benefícios que possam ser recebidos por pessoas jurídicas.

Reserva de lucro: parte dos lucros gerados pelas empresas que não foram divididos entre os sócios e/ou acionistas. É destinada à formação de reservas que também compõem o patrimônio líquido da empresa. 

A sua empresa ainda não possui uma reserva financeira? Então está na hora de pensar nisso.

Para ter mais segurança para o seu negócio, primeiro as contas devem estar em dia, com um planejamento financeiro eficiente. E a melhor forma de fazer isso é confiar a tarefa para quem entende do assunto.

A Ampulheta oferece serviços de terceirização e BPO financeiro para pequenas e médias empresas. Nossos clientes podem contar com a nossa equipe multidisciplinar especializada em gestão financeira e planejamento estratégico. Realizamos o diagnóstico financeiro, propomos soluções, organizamos um plano de ação, realizamos as rotinas financeiras, montamos relatórios e fornecemos insights de negócio fundamentados em dados e na nossa vasta experiência de mercado. Dessa forma, nossos clientes crescem mais rápido e com menos dores de cabeça.

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Como melhorar o fluxo de caixa da sua empresa?

Saber controlar as entradas e saídas de dinheiro é fundamental para a sobrevivência do negócio.


Um dos grandes desafios para os empreendedores é fazer a gestão do fluxo de caixa, especialmente quando ainda não se tem tanta experiência. Muitas vezes, a explicação para o mau desempenho do fluxo de caixa é a simples falta de dinheiro. Porém, na verdade, os recursos podem acabar sumindo por outros motivos ligados à gestão. 

Mesmo em empresas com alguns anos de existência no mercado, por vezes, os gestores desenvolvem o hábito de fazer todas as contas “de cabeça”, sem a aplicação de uma rotina de registro das informações financeiras, o que pode colocar o negócio em sérios riscos. Confiar apenas na memória é uma péssima maneira de lidar com informações tão sensíveis e cruciais para o funcionamento da empresa. Neste texto, vamos abordar alguns pontos para melhorar a gestão do fluxo de caixa da sua empresa, veja as dicas:

Tenha uma rotina de registro das movimentações: todos os dias, é importante registrar todas as movimentações financeiras de qualquer valor. Os registros servem como um documento, e também contribuem para ter uma visão geral do negócio, ver onde ele está gastando mais, e onde se ganha mais dinheiro.

Categorize as movimentações: de maneira geral, as movimentações financeiras são mais específicas do que apenas as categorias de “entradas” e “saídas”. É preciso dividir esses movimentos em custos fixos, custos variáveis, vendas, salários, etc.

Confira o fluxo de caixa todos os dias: é importante conferir todos os dias se os números da conta bancária e das planilhas de registro batem. Às vezes, uma pequena taxa do banco ou um erro de registro podem passar despercebidos e terem impactos na conciliação das contas.

Gerencie o estoque: por vezes, parte significativa do seu capital pode estar parado em um estoque que não vende e está encalhado. Outra situação é quando algum produto pode ter sido comprado em excesso ou em quantidade insuficiente , o que pode comprometer o faturamento. Não deixe chegar nesse ponto: se o estoque estiver parado, faça uma queima, mesmo com prejuízo, para poder reinvestir esse capital em outros produtos que darão lucro. Concentre o seu capital nos produtos que são mais lucrativos e com uma boa média de vendas, ao invés de priorizar os produtos que vendem mais, porém lucram menos, ou que vendem menos, mas lucram mais. 

Calcule o seu capital de giro: é preciso pensar o fluxo de caixa no curto e no longo prazo. O capital de giro é o valor necessário em caixa para pagar todas as despesas até o próximo vencimento. Já as despesas podem acontecer de maneira cíclica, ou então em “eventos únicos”, não sendo exatamente as mesmas sempre. Portanto, ter um planejamento de curto e de longo prazo é imprescindível para fazer o cálculo do capital de giro necessário em cada mês. 

O que sobra não é o seu lucro: o dinheiro que “sobra” todos os meses não é exatamente o lucro da empresa ou do empreendedor. Para calcular o lucro, existe outro cálculo mais específico e detalhado. O dinheiro disponível em conta deve ser usado, primeiramente, para pagar as despesas e montar o capital de giro para garantir o andamento do negócio.

A sua empresa está tendo dificuldades com o fluxo de caixa? Pois saiba que a melhor maneira para resolver esse problema é contar com uma gestão financeira eficiente.

A Ampulheta oferece o serviço de terceirização, ou BPO financeiro para pequenas e médias empresas que desejam inovar em sua gestão e chegar mais cedo nos seus objetivos de negócio. Nossos serviços incluem a gestão e execução da rotina financeira, com o controle de contas a pagar e a receber, produção de registros financeiros, diagnósticos, insights de negócio e pensamento estratégico para o seu financeiro. Contamos com uma equipe multidisciplinar especializada, com experiência em diversos segmentos de mercado. 

Fale conosco para saber o que podemos fazer pelo seu negócio!

Software de gestão financeira ou Serviço de Terceirização? Qual deles é melhor para a sua empresa?

Saiba mais sobre essas duas modalidades de serviços financeiros e descubra qual faz mais sentido para o seu negócio.


Conforme o negócio cresce e o controle das finanças vai ficando maior e mais complexo, o empreendedor sente a necessidade de procurar ajuda para colocar as contas em ordem. Nesse ponto, ele é apresentado às opções de ou montar um setor financeiro completo e contratar cada profissional, ou então delegar a administração das finanças para uma empresa terceirizada. Ambas as opções irão exigir o uso de ferramentas computacionais para ajudar a gestão dos recursos. Mas há ainda os empreendedores que preferem confiar à tecnologia a maior parte do trabalho, pois acreditam que, mesmo com uma equipe mais enxuta, conseguem dar conta da rotina financeira apenas com o auxílio de um software de gestão financeira. 

Neste artigo, vamos abordar as diferenças entre o uso do Software financeiro e a terceirização financeira. Ao final, você terá uma ideia mais clara do que pode funcionar melhor para o seu negócio. 

Software de gestão financeira

As tecnologias de gestão financeira disponíveis hoje com certeza representam um salto qualitativo para as pequenas e médias empresas. Isso porque, elas são capazes de armazenar, processar dados, emitir relatórios e automatizar algumas tarefas da rotina financeira, gerando economia de recursos e de mão de obra. Além disso, os dados podem ser consultados a qualquer momento, 24 horas por semana, e de qualquer lugar por meio da nuvem. Normalmente, os softwares de gestão financeira são oferecidos como serviços pagos de assinatura mensal, o que pode ser mais em conta do que contratar pessoas quando a empresa ainda é muito pequena. 

Para empresas que ainda estão em estágio inicial, e que não possuem tantos funcionários, esses softwares financeiros podem ser uma forma de acelerar o crescimento do negócio controlando as finanças desde cedo. Eles são excelentes dispositivos para o aprendizado do empreendedor, que pode não ser tão familiarizado com o setor financeiro.

Entretanto, contar apenas com um software financeiro não ajuda tanto na questão do tempo. Mesmo oferecendo mais agilidade, o programa ainda exige que o empreendedor, ou o funcionário, dediquem um tempo significativo para, primeiro, aprender a mexer na ferramenta e, após, assumir uma rotina para alimentar o aplicativo com informações e programar as tarefas. Ou seja, mesmo que o software seja mais econômico, em algum momento, a sua equipe pode não dispor de alguém com tempo suficiente para usá-lo.

Terceirização Financeira

A terceirização financeira – também conhecida como BPO, Business Process Outsourcing – é uma modalidade de terceirização onde uma empresa contratada fica responsável por gerir o setor financeiro de outra empresa contratante. Esse serviço costuma ser feito à distância com o uso de softwares de gestão financeira em nuvem, por onde o empreendedor consegue ter acesso a todas as informações que necessita em qualquer hora e lugar. 

A principal diferença em relação ao serviço de software financeiro, é que, na terceirização, o empreendedor tem à sua disposição uma equipe completa de profissionais especializados em gestão financeira, que vai desde consultores e analistas até o operacional. 

Podemos dizer que a terceirização é um serviço mais completo do que o software financeiro, pois consegue unir a tecnologia aos recursos humanos, e ainda assim sai mais barato do que criar um setor financeiro próprio do zero. Essa solução é ideal para as pequenas e médias empresas que já atingiram um certo grau de complexidade financeira, e precisam de fôlego para se tornarem maiores. 

Como bônus, o BPO financeiro ainda oferece um serviço ainda mais especializado. Essa modalidade de terceirização financeira coloca à disposição das empresas diagnósticos e soluções, insights de negócios identificando as melhores oportunidades, relatórios e prognósticos para o futuro. É a única solução que consegue unir a tecnologia, a mão de obra e o conhecimento avançado em finanças.


A Ampulheta é uma das primeiras empresas brasileiras a oferecer o serviço de BPO financeiro, e nos destacamos como um dos serviços mais completos do mercado. Contamos com uma equipe de especialistas com formação multidisciplinar e com vasta experiência em diversos segmentos de negócios.

Entre em contato e conte para a gente o que a sua empresa precisa. Pode ser que a nossa proposta seja exatamente a solução!

Vacinação e as expectativas de retomada para o mercado

A imunização contra a Covid-19 será um ponto essencial para a recuperação da atividade econômica. Esse pode ser o melhor momento para reestruturar o financeiro da sua empresa.

A expectativa mundial é de que a vacinação contra a Covid-19 consiga conter novos casos, e traga alguma perspectiva de fim para a pandemia. Após uma das maiores crises econômicas da atualidade, a imunização em massa é a principal esperança para a retomada financeira.

Mesmo com a vacinação em ritmo lento e gradual no Brasil, neste momento, os empreendedores, e o mercado como um todo, já estão em um movimento de recuperação e, aos poucos, aumentando a confiança. Sabemos que esse ainda é um processo que levará tempo, e não irá acabar tão cedo com as medidas sanitárias de proteção e distanciamento social. Ainda assim, o cenário atual é otimista. 

Agora, as empresas que tiveram impactos financeiros devido à pandemia possuem uma grande chance de planejar  a reestruturação do negócio. 


Quais são os desafios econômicos a serem superados?

A menor circulação de pessoas e, consequentemente, de dinheiro, trouxe efeitos negativos para o mercado. Apesar da alta significativa do comércio online, desde o segundo trimestre de 2020, as vendas do varejo tiveram forte queda. As “reaberturas” pontuais do comércio contribuíram para a uma melhora, impulsionada, principalmente, pelo auxílio emergencial. Já o setor de serviços teve mais dificuldade de se recuperar, devido à natureza presencial de diversos segmentos dessa atividade. 

O avanço da vacinação pode mudar esse cenário significativamente, pois, com mais pessoas imunizadas, haverá a sensação de maior segurança para sair de casa e, como consequência, as pessoas gastarão mais dinheiro em coisas que deixaram de fazer durante a pandemia.

Após o afrouxamento das restrições de circulação, é esperada a retomada do setor de serviços, que poderá ter um aumento expressivo na procura. Especialmente os serviços presenciais, cuja demanda está reprimida há muitos meses. 


O que as empresas podem fazer, desde já?

Com o esperado aumento da demanda por bens e serviços, na mesma medida em que aumenta a vacinação, as empresas podem ter mais dinheiro entrando no caixa todos os meses. Portanto, esse é o momento certo para pensar estrategicamente o setor financeiro.

Com um cenário um pouco mais previsível do que antes, o processo de tomada de decisões dentro das empresas tende a ser menos dependente da situação das medidas de segurança para conter o vírus. Até agora, os gestores tiveram muita dificuldade de deliberar sobre investimentos e decisões de impacto financeiro devido à ameaça constante de um novo fechamento, ou lockdown. Essa situação pode mudar.

A verdade é que essas expectativas positivas ainda acontecerão de maneira lenta, até o final de 2021, justamente pelo tamanho da crise causada pela pandemia. Ao empreendedor, cabe usar esse tempo a seu favor e investir na reestruturação do seu negócio para encarar a reabertura econômica com mais segurança.

Terceirização Financeira: o diferencial para o seu negócio

Muitos negócios tiveram grandes dificuldades desde o início da pandemia. Aqueles que, felizmente, conseguiram continuar com as portas abertas, precisam ter uma atenção extra com o que está por vir. 

Sabemos que o setor financeiro é uma peça-chave do negócio, pois ele precisa funcionar bem para que as outras áreas da empresa também funcionem no mesmo ritmo. Pequenas e médias empresas costumam ter dificuldades nesse setor logo no início, ou assim que o negócio ganha maior complexidade. Pode ser trabalhoso para os sócios darem conta sozinhos das rotinas financeiras sem um auxílio profissional dedicado somente a esse setor. Nesses casos, a terceirização financeira, ou BPO financeiro, pode ser a solução ideal.

A Ampulheta é uma empresa especializada em serviços de terceirização financeira para pequenas e médias empresas. Dispomos de uma equipe dedicada a assumir as rotinas financeiras – pagamento de contas, registros, etc. – dos nossos clientes, e também um time de especialistas com profundo conhecimento de mercado, que realizam desde o diagnóstico financeiro da empresa, até o desenvolvimento de relatórios de desempenho e insights de oportunidades de negócio. 

Com nossos serviços, a sua empresa estará mais do que preparada para enfrentar o que vier daqui em diante após a reabertura completa pós-vacina. Entre em contato e conheça mais sobre os nossos serviços! 

O que significa inteligência financeira na prática?

A terceirização financeira pode ser muito mais do que apenas cuidar do operacional

Nos últimos anos, vem crescendo a demanda por serviços de terceirização financeira para pequenas e médias empresas. Esse ramo de atividade, que também pode ser encontrado na modalidade de BPO financeiro, possui um foco em assumir a parte operacional das finanças da empresa – agendamento e pagamento de contas, emissão e recebimento de notas fiscais, emissão de boletos, conciliação bancária, fluxo de caixa, cobranças, etc. 

Muitas firmas que oferecem no mercado serviços de terceirização financeira, ou BPO financeiro, possuem um perfil voltado apenas para assumir as responsabilidades do dia a dia do setor. Contudo, existem algumas empresas, como é o caso da Ampulheta, que oferecem um serviço de BPO financeiro mais completo, que não só realizam as rotinas financeiras, como também disponibilizam uma visão estratégica do setor financeiro e ajudam o cliente a ter um maior domínio das entradas, saídas, investimentos e lucros. 

Esse diferencial se trata da aplicação da inteligência financeira nos negócios do cliente, ajudando-o a planejar, desenvolver indicadores próprios, e administrar as finanças de maneira sensata e equilibrada. Isso faz com que o negócio prospere, e os seus donos conquistem seus objetivos. 

Como aplicamos a inteligência financeira na prática?

Um problema comum que muitos empreendedores enfrentam quando o negócio está no início é ter que assumir todas as tarefas operacionais do setor financeiro, mesmo que essa não seja a sua área de maior interesse e conhecimento. Isso pode ser muito estressante para os sócios, pois ocupa um tempo que poderia ser gasto realizando outras funções mais ligadas à atividade principal da empresa. O foco deles passa a ser em se desdobrar para manter todas as contas em dia, e quase nunca conseguem tempo para fazer planejamentos financeiros de longo prazo ou então projeções futuras para esse setor. Nessa situação, fica muito complicado estipular metas de faturamento, simular o retorno dos investimentos, e obter dados mais refinados sobre o desempenho financeiro do negócio.

O BPO financeiro da Ampulheta vem para resolver essa questão, pois além de assumir toda a parte operacional do financeiro, proporciona o suporte de um time multidisciplinar de especialistas em gestão financeira. Na prática, primeiramente, realizamos o diagnóstico financeiro do cliente, e depois construímos juntos as soluções para alinhar as metas financeiras da empresa. Para isso, fornecemos relatórios regulares sobre o andamento das finanças, e geramos dados, que servirão de base para a tomada de decisões futuras. Assim, conseguimos fazer um planejamento financeiro coerente com o porte do negócio e o seu segmento de mercado, trazendo mais previsibilidade e segurança.

Maior imersão no próprio negócio

Quando os empreendedores finalmente conseguem sair do trabalho operacional do financeiro, um leque maior de oportunidades se apresenta a eles. Ao receberem os dados prontos e trabalhados nos relatórios desenvolvidos em nosso sistema de Business Intelligence (BI), eles conseguem analisar melhor, junto com nossos especialistas, quais são os cenários possíveis e o que pode ser feito. A inteligência financeira significa ter esse tempo para ver os insights de negócio e, com isso, ter um prazo maior para estudar os investimentos e os custos necessários para crescer. 

Com nosso BPO financeiro, os empreendedores conseguem ter mais imersão no negócio, e passam a compreender melhor suas peculiaridades, entendendo o que precisa ser priorizado, onde investir mais recursos e pessoal, ou onde cortar gastos. Também ajudamos na adequação do setor financeiro à legislação de cada segmento de mercado, auxiliando com questões de contratos, regras, impostos em geral, o que pode gerar economia e evitar outros problemas. 

BPO financeiro além do básico 

Como resultado, nossos clientes relatam que, ao parar de se envolverem diretamente com operacional, eles conseguiram entender mais do mercado onde estão inseridos e agora podem enxergar com mais clareza as oportunidades de crescimento que surgem. Isso porque nossos serviços de BPO financeiro proporcionam ir além do básico do operacional, pois se trata de uma solução completa de gestão financeira. 

Eles também destacam que a competência do nosso time de especialistas é essencial para compartilhar e aplicar os insights de inteligência financeira no negócio, o que representa um grande impacto qualitativo em relação ao que era realizado antes na gestão das finanças. 

Nosso sistema de monitoramento e compartilhamento de informações com os clientes é realizado com o auxílio de um software em nuvem, que além da praticidade de acesso – de qualquer lugar –, realiza o registro do histórico financeiro da empresa com mais segurança e acessibilidade. Além disso, cada cliente possui relatórios e dashboards financeiros desenvolvidos para o seu negócio através de nossa ferramenta de BI. Ou seja, somos parceiros dos nossos clientes, desenvolvendo o setor financeiro de cada um deles para que possam crescer cada vez mais e de forma sustentável.


Para entender mais como o BPO financeiro pode oferecer mais diferenciais estratégicos para o seu negócio, acesse aqui

Sua empresa está precisando de algo a mais do que só o operacional?

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O seu BPO Financeiro só faz contas a pagar e a receber?

Muito além de uma simples “terceirização do financeiro”, o BPO pode oferecer outras vantagens estratégicas além da rotina financeira.

A “terceirização de processos de negócios”, do inglês Business Process Optimization, ou simplesmente “BPO”, é uma atividade que vem ganhando força no Brasil, em meio à profissionalização do empreendedorismo e à digitalização dos negócios. A ideia do serviço é delegar para empresas terceirizadas certas atividades “periféricas” – porém importantes – do negócio, como por exemplo a gestão financeira.

O BPO financeiro é uma modalidade de terceirização financeira que inclui uma cesta de serviços a serem executados pela empresa contratada. Ele surgiu como uma alternativa viável para que pequenas e médias empresas tenham acesso, desde cedo, a níveis de controle financeiro similares aos das grandes corporações. 

Quais são as vantagens de contratar um BPO Financeiro?

Contratar um serviço de BPO geralmente representa uma grande economia para a empresa, em mais de um aspecto. Ao invés de manter uma equipe inteira de departamento financeiro – que pode não fazer jus ao volume de trabalho –, é possível enxugar o quadro de funcionários e ao mesmo tempo ter à disposição um serviço financeiro completo e profissional. Assim, a empresa consegue dar mais tempo para seus colaboradores se dedicarem a outras atividades-chave, o que aumenta o desempenho da equipe. O BPO financeiro também pode servir para aliviar a carga de trabalho dos sócios, que ao invés de assumirem eles mesmos as rotinas financeiras, podem acompanhar de perto e fiscalizar o BPO, com todo o suporte, sem grandes dores de cabeça. 

Em resumo, a empresa que contrata um BPO financeiro tem como principais vantagens a economia de dinheiro e de tempo, ambos recursos escassos para a maioria dos negócios. 

Para garantir o dinamismo e o controle das finanças, o     BPO utiliza softwares financeiros em nuvem que facilitam a automação de processos. Essas ações são definidas de acordo com a especificidade de cada cliente. o objetivo é ter mais mobilidade e suporte remoto, facilitando a vida do empreendedor. 

E quando o BPO financeiro vai além?

O serviço mais comum realizado pela empresa de BPO é o pagamento e o recebimento de contas, e o controle do fluxo de caixa. Mas você sabia que o BPO financeiro não é só isso?

A Ampulheta oferece um pacote completo de serviços que vão desde o diagnóstico financeiro do cliente, gestão da rotina financeira, até insights de negócio que podem revolucionar os resultados da empresa. Nossos pacotes incluem serviços como:


-Diagnóstico Financeiro                -Gestão de contas a pagar

-Agendamento de Pagamentos            -Gestão de recebíveis

-Fluxo de caixa                    -Conciliação bancária

-Faturamento                    -Emissão de boletos de cobrança

-Indicadores financeiros personalizados        -Cobrança e gestão de inadimplentes

-Relatórios gerenciais                -Budget e Forecast


Por meio do diagnóstico inicial da situação financeira dos nossos clientes, desenvolvemos um planejamento financeiro estratégico e apresentamos soluções para que a empresa atinja os seus objetivos de negócio. Contamos com uma equipe experiente, qualificada e multidisciplinar, com alta competência para atender às necessidades específicas de vários segmentos de mercado. 

Além de assumirmos a rotina financeira – gestão de contas e compromissos financeiros –, realizamos relatórios gerenciais completos, utilizando tecnologia de análise de dados e estatística para fazer projeções financeiras. Essas informações são capazes de dar mais embasamento para o processo decisório dentro da empresa, além de garantir mais previsibilidade dos resultados. 


Por que contratar um BPO financeiro que faz só uma parte, se você pode ter o serviço completo?

A Ampulheta foi a primeira empresa brasileira a oferecer o serviço de BPO financeiro. Desde então, acumulamos experiência e desenvolvemos uma metodologia própria, com eficácia comprovada por nossos clientes. Nosso serviço é uma solução completa para o setor financeiro de empresas de vários mercados e segmentos. Por isso, com certeza, teremos uma proposta na medida certa para o seu negócio.

Entre em contato para falar conosco e ver o que podemos fazer pela sua empresa!

4 estilos de liderança pós-pandemia. Qual deles é você?

A crise desencadeada pela Covid-19 foi uma grande prova de fogo para as pessoas em cargos de liderança em organizações de vários segmentos. As rápidas mudanças aceleraram os processos de digitalização e obrigaram profissionais a encontrarem novas soluções tecnológicas para continuarem seu trabalho, à distância.

Nesse contexto, surgiram novas maneiras de liderar e de ser líder dentro das organizações, como forma de reagir às pressões externas.

De acordo com um estudo da empresa Page Group, em parceria com a Fundação Dom Cabral, intitulada “Realidade e percepções da alta liderança frente à crise”, a crise sanitária e econômica moldou novos perfis de liderança que surgiram como resposta à necessidade de tomar decisões rapidamente em meio a um cenário conturbado. 

O estudo identificou quatro perfis de liderança, baseados na atitude do líder diante da crise e na sua relação com o seu meio. São eles: o cético, o orientado a pessoas, o autocentrado e o confiante. Também é possível que um líder apresente traços de mais de um perfil, pois a classificação não é arbitrária, mas sim uma amostragem.

A pesquisa foi realizada no final do ano passado, e contou com a participação de 230 executivos que ocupam cargos de presidente, vice-presidente, diretor, superintendente e outras posições C-level – alto escalão – em todo o país. 

Confira as principais características de cada líder encontrado na pesquisa:


O cético

-Espera a recuperação econômica apenas em 2023

-Preocupado com a incerteza sobre a procura por seus produtos ou serviços

-Tende a centralizar a tomada de decisões com a intenção de ganhar agilidade

-Palavras-chave: crise, aprendizado, adaptação, decisão, criatividade e importância


Os líderes com o perfil “cético” são aqueles cujas organizações sofreram muito com a crise. A sua maior preocupação é garantir a sobrevivência da sua empresa e dos fornecedores. Sua atenção está direcionada para como ficará a economia com a desvalorização do real, e quais serão os impactos disso na balança comercial de importações e exportações. Eles ainda avaliam o impacto nas vendas por causa da menor demanda por seus produtos ou serviços.

A origem desse ceticismo todo é devido às expectativas de recuperação econômica somente a partir de 2023. O cenário de incertezas e instabilidades no mercado fez com que esses líderes adotassem uma postura mais centralizadora na tomada de decisões, com o objetivo de ser mais ágil e direto ao ponto. 

Em meio ao contexto atual, o distanciamento social e o home office proporcionaram a esse líder cético mais espaço para tomar as decisões sozinho. E isso, mesmo ele acreditando que as reuniões de alinhamento são fundamentais para direcionar o trabalho de todos os times. 


O orientado a pessoas

-Segurança e produtividade são suas grandes preocupações

-Foco em gestão de pessoas e soft skills

-Implantou medidas e benefícios visando o bem-estar dos colaboradores

-Palavras-chave: manter, crise, empresa, adaptabilidade, aprendizado, decisão, empatia, resiliência


A crise e o trabalho remoto provocaram  até líderes mais experientes – com mais de cinco anos no cargo – a repensarem algumas de suas atitudes em relação às pessoas da sua equipe. Para esses líderes orientados a pessoas, a segurança e a produtividade dos colaboradores estão entre as suas maiores preocupações. Esse perfil de liderança se apoia na gestão de pessoas e soft skills aliadas ao desenvolvimento de habilidades estratégicas. 

O curioso é que nem todos os gestores diziam ter esse perfil antes da crise. A situação fez com que eles desenvolvessem essa atenção como resposta à nova realidade. Os líderes orientados a pessoas afirmam terem se tornado mais sensíveis e empáticos às questões pessoais dos colegas e relatam terem se aproximado a um nível pessoal.

Com a proximidade do home office com a vida privada das pessoas, esses líderes passaram a ter acesso às questões particulares de seus liderados, e puderam enxergar as condições desafios de cada um sob um novo olhar. Tomando para si a necessidade de promover o bem-estar dos colaboradores, esses líderes buscaram adaptar a empresa às necessidades deles. Por isso, promoveram ações como reembolso de contas de luz e internet dos seus funcionários, ofereceram estações de trabalho da empresa, promoveram conversas individuais para saber como as pessoas estavam se sentindo, happy hours remotos e outras atividades virtuais de integração.


O autocentrado

-Já era centralizador na tomada de decisões antes da crise

-Acredita que é normal a flexibilidade diminuir um pouco em tempos incertos

-Trabalha em uma empresa pequena ou média de até 200 colaboradores

-Palavras-chave: flexibilidade, crise, assertividade, foco, eficiência, negócios


Em meio à crise, empresas de pequeno e médio porte que já tinham uma cultura de tomada de decisão mais centralizada tenderam a enrijecer-se ainda mais. O aumento da centralização aparece para esses líderes como um efeito da sobrecarga de trabalho.

Muitos gestores nessa situação relataram estar lidando com número mais elevado de tarefas do que antes. Aumentar a própria carga de trabalho surgiu como uma tentativa de diminuir os efeitos da crise na produtividade da empresa e na saúde física e mental de seus colaboradores.

Os líderes com perfil autocentrado lidam mais com atividades de reestruturação de custos e relações com fornecedores. Além disso, estão diante de desafios na gestão de equipes, agora em modelos de trabalho e dinâmicas com as quais nunca haviam lidado antes. Nesses casos, os trabalhadores podem estar todos no home office, ou então uma equipe presencial e a outra em casa. Com tantas variáveis novas, esses líderes preferem centralizar para si a tomada de decisões, direcionamentos e a comunicação. Dessa forma, na sua visão, a estrutura centralizadora permite ganhos para a empresa, pois facilita o entendimento das responsabilidades de cada funcionário, sem tantas interferências.

Para o líder autocentrado, essa atitude não significa menor transparência, mas apenas uma redução da flexibilidade, uma das características vistas pelos entrevistados como normais em meio a um cenário de crise.


O confiante

-Atua em parceria com fornecedores para cuidar da cadeia como um todo

-Enxerga oportunidades

-Incentiva uma gestão menos centralizadora

-Palavras-chave: crise, mudanças, possível, resiliência, agilidade, decisões, oportunidades


O perfil confiante tem uma visão mais otimista. Ele espera um maior faturamento e contratações em 2021, pois pode observar uma melhora na competitividade da sua empresa. Na sua visão, o desempenho positivo de um setor do mercado compensa outro que sofreu com a crise. 

A principal fonte dessa confiança são os bons resultados obtidos, mesmo com os impactos econômicos da pandemia. Os líderes confiantes têm foco em ajudar fornecedores a promover a sustentabilidade da cadeia. A postura positiva e confiante também leva a uma gestão menos centralizadora. 

Os líderes confiantes estimulam os times a terem eles mesmos a agilidade necessária. Eles também se interessam por montar equipes multidisciplinares voltadas para a inovação, otimizando as capacidades pessoais presentes na empresa para que não haja força de trabalho ociosa. Os confiantes acreditam que a crise ajudou a revelar o potencial das pessoas para reinvenção, pois muitas tiveram que aprender a trabalhar em outras áreas rapidamente, e tiveram a oportunidade de crescer. Por fim, a reação das pessoas frente à crise é sempre algo subjetivo e individual. O que a pesquisa fez foi encontrar traços comuns de postura em líderes que tiveram que enfrentar esse turbilhão de acontecimentos desde o início. Certamente, o contexto importa muito, e precisa ser entendido com mais detalhamento para se ter uma opinião precisa. 

Mas, por outro lado, a pesquisa demonstrou que os líderes mais bem-sucedidos foram aqueles com inteligência contextual além das já conhecidas inteligências cognitiva e emocional. Saíram na frente aqueles líderes capazes de reagir rapidamente e adotar uma estratégia mais adequada às necessidades do negócio para enfrentar as dificuldades.


E você, se identificou com algum perfil de liderança?

Seja qual for o seu perfil, a melhor estratégia é sempre estar preparado para os desafios. E para isso, ter as contas em dia facilita ha hora de avaliar a situação real da sua empresa, e bolar o melhor plano de ação para os negócios!

A Ampulheta oferece serviços de terceirização financeira para pequenas e médias empresas. Já ajudamos vários clientes a contornar situações difíceis durante a crise e conseguir a recuperação. 

Entre em contato para conhecer mais sobre os nossos serviços!

Como converter leads em mais vendas?

Quem deseja aumentar o faturamento precisa saber como converter leads em vendas. Essa tarefa é possível ao colocar em prática a estratégia certa, no momento certo.

Mas antes de qualquer iniciativa, é preciso ter controle das finanças da sua empresa. É necessário saber se o seu investimento inicial para a captação de leads está de acordo com as expectativas por meio do monitoramento de ROI (retorno sobre investimento). Além disso, para vender, é preciso também investir tempo. Uma maneira eficaz de conseguir as três coisas – controle das finanças, monitoramento de ROI e tempo – é, por exemplo, a contratação de um serviço de terceirização financeira. Com ele, além da segurança de que o financeiro está em boas mãos, você terá o tempo necessário para se dedicar às estratégias de vendas e conversão de leads.

Os leads são os contatos de possíveis consumidores que deixam seus dados e suas informações pessoais ou profissionais – como e-mail, nome e telefone – em troca de alguma recompensa ou conteúdo oferecido pela empresa em diversos meios, físicos ou digitais. 

A partir deles, sua equipe de vendas terá em mãos informações valiosas para chegar até o cliente. Contudo, nem sempre isso acontece de forma satisfatória, e obter muitos leads nem sempre significa vender mais.

Veja a seguir algumas dicas de como transformar os leads em maiores possibilidades de venda:

1- Gere seus próprios leads qualificados

De onde estão vindo os leads até você? Onde você captou esses leads? É preciso tomar muito cuidado com isso, pois existem pessoas que vendem listas como se fossem leads, e não é a mesma coisa. 

Você precisa gerar os seus próprios leads. No caso do marketing digital, é necessário que a sua empresa tenha um conteúdo próprio em suas redes sociais (Instagram, Facebook, LinkedIn), site, downloads, em suas campanhas de Google Ads, entre outras maneiras de obter leads na internet. 

O próprio conteúdo pode servir como uma “trilha” para que o lead chegue até você, pois ele deve ir nutrindo aos poucos o interesse do seu cliente em potencial. As informações devem ir conduzindo as pessoas até que elas queiram oferecer seus dados em troca de algo. É preciso despertar um interesse real pelo seu produto ou serviço. Manter uma primeira comunicação assertiva desde o início com certeza resultará em uma base de leads muito mais qualificada para você.

2- Tenha uma equipe de Inside Sales

Inside Sales é a nomenclatura moderna para identificar quem irá manter um relacionamento digital com o seu lead. Essa comunicação pode ser por meio de WhatsApp, e-mail marketing, telefone, etc. Dentro da sua empresa, esse time deve ser responsável por uma fazer parte do trabalho do vendedor, que é se comunicar com o cliente para entender o seu perfil e descobrir tudo que for possível a seu respeito. 

O setor de Inside Sales faz uma sondagem para entender qual é o problema do cliente, qual a sua faixa de renda, poder de compra, quais seus interesses específicos, e o que mais estiver relacionado. O objetivo é compilar o máximo de informações possíveis para qualificar os leads, que serão então repassados para a equipe que irá montar a persona do cliente.

A partir de então, com essas informações dos clientes esquematizadas, a sua equipe de vendas saberá para quais leads valerá mais a pena seguir com o caminho de vendas e oferecer o produto ou serviço. 

É aqui que muitos erram ao não qualificar os leads: sem essas informações, fica muito mais difícil converter o lead em uma compra, pois não se sabe se o cliente realmente está interessado no produto ou serviço. Além disso, sem saber o problema que o cliente quer resolver, fica complicado oferecer  a solução mais adequada.


3- Tenha uma equipe de vendas preparada

Não irá adiantar nada ter um bom lead, um ótimo relacionamento, se, no final das contas, esse lead for parar nas mãos de um vendedor despreparado para dar prosseguimento na jornada de vendas. O vendedor precisa saber trabalhar com as informações que lhe foram entregues, e usá-las para encantar o cliente e convencê-lo de que o seu produto ou serviço é a melhor solução para ele.

Mas não é só isso, neste momento também é necessário cautela, pois após apresentar a proposta, o vendedor pode cometer o erro mais fatal nas vendas: o cliente diz que vai avaliar e nunca mais retorna o contato.

Se não houver na estratégia de vendas um passo adicional para retornar esse contato, e continuar nutrindo o relacionamento para encurtar a distância até o cliente, dificilmente a venda se concretizará. É nesse ponto que muitos se deparam com o desespero de ter feito tanto trabalho para conseguir muitos leads, mas nenhum se converteu em venda. 


Por fim, se você tiver uma boa fonte de leads, nutrir uma boa comunicação com o seu cliente em potencial e contar com uma equipe de vendas preparada para atender bem, com certeza a sua taxa de conversão irá aumentar, o que também elevará a confiança do seu time. 

Se o seu desejo é investir na captação de Leads e ter uma boa relação de ROI, nós podemos te ajudar! A Ampulheta oferece serviços de terceirização financeira para pequenas e médias empresas. Nosso time de profissionais especializados cuida da rotina financeira dos nossos clientes para que eles tenham mais tempo para se dedicar ao negócio.

Fale conosco para saber mais sobre a nossa proposta!

Como estruturar o setor financeiro de pequenas e médias empresas?

Empreender envolve ter conhecimentos de várias áreas da empresa, principalmente no começo, quem tem um negócio deve desenvolver várias habilidades para dar conta das demandas dos diferentes setores, mesmo que não seja na sua área de expertise. Por esse motivo, saber como estruturar um departamento financeiro é essencial para fazer a empresa dar bons resultados.

A única forma de garantir um crescimento contínuo e sustentável é cuidar primeiro da saúde financeira do seu empreendimento. Para isso, montar um setor financeiro eficiente é a primeira grande tarefa para sedimentar as finanças. 

Neste texto, separamos quais são os pontos que você deve prestar atenção na hora de estruturar o seu financeiro:

O que faz um departamento financeiro?

Nesta área existem variadas atividades e especificidades, como tesouraria, contas a receber e a pagar, gestão orçamentária, captação de investimentos e recursos, entre outras funções. Todas elas têm relação direta com outras partes da empresa, como administrativo, executivo, operacional, recursos humanos, marketing, vendas, etc.

Podemos dizer também que o financeiro é o setor responsável pela gestão dos recursos de uma organização. A sua principal tarefa é assegurar que o capital esteja sempre disponível quando for necessário para algum fim. Desta forma, a empresa consegue se manter competitiva e trabalhando para alcançar suas metas de curto, médio e longo prazos.

A configuração do departamento financeiro e a sua estruturação, com número de funcionários e subáreas, vai depender do tamanho da organização. Quanto maior a empresa, o financeiro tende a aumentar proporcionalmente, para atender à demanda. Às vezes, nas micro e pequenas empresas, o financeiro pode ficar nas mãos de pessoas com acúmulo de funções, o que pode comprometer o bom desempenho. 

Como é a estrutura do setor financeiro?

Basicamente, um departamento financeiro é conduzido por um “CFO” (Chief Finantial Officer, em inglês), ou seja, um diretor financeiro que é responsável por coordenar as atividades e obter os resultados previstos no planejamento. A principal tarefa do diretor financeiro, ou CFO, é administrar as três áreas principais do setor financeiro, que são:

Tesouraria: é o subsetor responsável por gerenciar o caixa da empresa, onde estão atividades como contas a pagar e a receber, fluxo de caixa e a análise de crédito.

Controladoria: é a parte que faz o controle financeiro e é encarregado do planejamento, da contabilidade, do controle de riscos, do controle de orçamento, dos custos da empresa, de auditoria, faturamento e do relacionamento com investidores e instituições financeiras. 

Fiscal: é a área responsável por verificar se a empresa segue as regras dos impostos, da legislação e também controla a emissão das notas fiscais. 

Dependendo do tamanho e da complexidade do negócio, essas áreas podem ainda se subdividirem em outras, cada vez mais específicas. Nos negócios de pequeno e médio porte, a dificuldade pode ser dar conta de todas as funções necessárias sem o número adequado de profissionais para executar as tarefas. 

Quais são os principais cargos no setor financeiro de uma empresa?

Destacamos aqui quais são os principais cargos em um departamento financeiro e as suas principais funções dentro dele, em ordem de hierarquia:

Diretor financeiro

O diretor financeiro, que possui o cargo mais alto dentro da hierarquia do setor, tem a função de planejar, organizar, dirigir e supervisionar as atividades financeiras de uma organização, colocando em prática as diretrizes e estratégias para que a gestão dos recursos seja a melhor possível. 

Ele também é responsável por implementar as operações e processos nas áreas financeira, contábil, fiscal, de controladoria e escrituração, e é encarregado do planejamento, organização e desenvolvimento de objetivos de curto, médio e longo prazos. 

Este profissional ainda tem a função de apresentar os resultados financeiros, como os indicadores-chave de desempenho, ou KPIs financeiros, e elaborar os relatórios, com o objetivo de demonstrar qual é a realidade financeira do negócio. 

Para trilhar o caminho para se tornar diretor financeiro, o profissional geralmente precisa ser graduado – especialmente em cursos como administração e economia –, investir em um MBA e ter nível de inglês fluente. 

Gerente financeiro

É o profissional encarregado de fazer o gerenciamento das informações de fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, e do desenvolvimento, planejamento e análise de desempenho financeiro. Ele também pode trabalhar em projetos de melhorias para os processos e atividades financeiras da empresa. 

Para alcançar este posto, o candidato à vaga deve ter alguma graduação, de preferência nas áreas afins de administração ou economia, investir em um MBA e ter nível intermediário de inglês.

Supervisor financeiro

É responsável por elaborar orçamentos, demonstrativos financeiros e econômicos, projetar receitas, coletar dados da empresa, fazer a comparação entre os recursos estimados e os reais, além de analisar os objetivos e metas de curto, médio e longo prazos. Além disso, o supervisor administra os recursos financeiros e acaba estabelecendo um relacionamento direto com as instituições financeiras.

Assim como os outros cargos, este profissional também tem graduação em áreas afins de administração e economia, e pode ter MBA e nível de inglês intermediário. 

Analista financeiro

É quem realiza as atividades mais operacionais, como o planejamento da rotina financeira, organizando o pagamento de contas, recebimento, análise do fluxo de caixa e elaboração das projeções de faturamento, com o objetivo de demonstrar o desempenho econômico e financeiro da organização.

A maioria destes profissionais tem curso de graduação e nível intermediário de inglês. 

Analista fiscal

O analista fiscal atua na parte de declaração de impostos diretos e indiretos, realizando as escriturações fiscais, e a análise das ativações fiscais do negócio, garantindo que tudo esteja de acordo com a legislação.

Auxiliar financeiro

É quem realiza tarefas operacionais, como transações financeiras da empresa, catalogação de documentos, organização de contas a pagar e a receber, agendamento e pagamento de contas, análise de buget mensal e fluxo de caixa, entre outras atividades. 

Os profissionais desta área estão mais em início de carreira e podem estar ainda na graduação ou recém-formados, e possuem ao menos o nível intermediário de inglês. 

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Lembramos que nem todas as empresas exigem as mesmas capacidades dos profissionais da área financeira, pois cada uma escolhe um diferente perfil de profissional. O ideal é que a empresa tenha um equilíbrio de profissionais com conhecimentos diversos na área de finanças, com o objetivo de ter um time o mais completo possível em competências de trabalho. 

Como criar um departamento financeiro eficiente para a minha empresa?

Como já foi ressaltado neste texto, cada empresa terá necessidades específicas para estruturar o seu setor financeiro. Contudo, um recurso que ajuda muito o andamento da rotina financeira é a automatização dos processos com o uso da tecnologia. 

A digitalização abre um leque de possibilidades de administração financeira do negócio, pois torna possível otimizar os recursos, cortar gastos, atender à demanda e preservar as informações com segurança. A adoção de um software ou sistema de gestão financeira, principalmente em nuvem, garante processos mais eficientes, práticos, confiáveis e ainda reduz os custos, pois mesmo com uma equipe enxuta é possível dar conta do volume de trabalho, sem a necessidade de contratar tantas pessoas. 

Porém, para que a digitalização tenha sucesso, é necessário treinar os profissionais e estabelecer um ecossistema voltado para dados dentro da empresa, pois assim será mais fácil a integração com as outras áreas do negócio. Por sua vez, a integração diminui os riscos e os erros de informação, o que contribui para a gestão como um todo. 

Terceirizar o financeiro pode ser uma boa solução?

As pequenas e médias empresas são as que mais se beneficiam da terceirização. Nesta modalidade de serviço, uma outra empresa passa a ser responsável pelo setor financeiro da empresa contratante, e realiza todas as tarefas operacionais e a análise e relatório dos indicadores financeiros. 

Esta opção ajuda as empresas de pequeno e médio porte a terem mais autonomia para investir na sua atividade principal em um momento no qual ainda não são grandes o suficiente para criar o próprio departamento financeiro completo. Portanto, terceirizar o setor financeiro é sim uma boa solução para ter à disposição da empresa um departamento financeiro completo e competente desde o início do seu crescimento. 

A Ampulheta já ajudou diversas empresas a terceirizarem o seu financeiro de forma eficiente e compatível com o tamanho do negócio. No nosso time, temos profissionais qualificados, preparados para cuidar das finanças dos nossos clientes com muita dedicação e experiência. Também contamos com ferramentas tecnológicas em nuvem para impulsionar a sua gestão financeira!

Entre em contato para conhecer a nossa proposta! Com certeza temos uma opção que será feita justamente para o seu negócio!

Por que algumas empresas gastam mais do que ganham?

Gastar mais do que se ganha é um caminho direto para o endividamento, não só para pessoas físicas, mas também para as empresas. Isso é mais comum do que parece no Brasil e é uma das principais causas de falência, em especial nos primeiros anos do negócio. 

As causas dos gastos em excesso são diversas, podendo ter origem em falta de conhecimento, má gestão, situações difíceis como crises econômicas, imprevistos, mudanças no mercado, entre outras. Mas em geral, as causas estão relacionadas com a falta de planejamento, descontrole das finanças e mau gerenciamento do fluxo de caixa.

O alto endividamento é um sério fator de risco para as empresas. Entretanto, existem soluções possíveis para cada caso. A abordagem correta para resolver a situação começa com o diagnóstico da situação atual da empresa, depois passa pelo corte de gastos e então vai para a reformulação da gestão financeira do negócio. Sem passar por este ciclo completo, pode ser impossível acabar com o problema. 

Algumas empresas ainda pensam que para ajustar suas finanças basta apenas cortar gastos, mas isso pode nem sempre ser a única causa do endividamento. Confira a seguir ser outras razões possíveis dos gastos excessivos que corroem o faturamento das empresas:

Falta de planejamento financeiro   

O planejamento financeiro é uma parte central do plano de negócios e deveria ser feito antes mesmo da empresa abrir as portas. Ele funciona como um “mapa” para direcionar os recursos da empresa desde o começo, com objetivos e metas, podendo ser adaptado de acordo com o andamento do trabalho. O planejamento financeiro da empresa é um documento importante para demonstrar quais devem ser os objetivos principais na distribuição dos recursos para que haja lucro e crescimento. 

Nele, devem estar contidas todas as informações financeiras do negócio, como levantamento dos saldos de todas as contas, descrição de todas as despesas, previsões de entradas e saídas de dinheiro, assim como as projeções dos investimentos necessários para o negócio. 

Quando a empresa já começa sem o planejamento financeiro adequado, é muito mais difícil controlar as finanças e obter os resultados esperados. Isso acontece porque é bastante complicado visualizar para onde está indo o dinheiro sem o devido registro da situação financeira. 

Além disso, as metas financeiras são necessárias para direcionar os esforços da empresa a um objetivo concreto, que pode ser “um volume X de vendas, um número X de clientes, ou um investimento em expansão dos negócios”. Ou seja, é necessário um planejamento financeiro constante para destinar os recursos para os lugares certos e realizar novas conquistas para o negócio.

Falta de controle financeiro

Como foi dito, sem o devido planejamento financeiro, não é possível ter clareza sobre a realidade das finanças do negócio. Somado a isso, outra causa de gastos acima do faturamento pode ser a falta de controle financeiro, que implica a falta de informações corretas sobre a situação financeira e a não adoção de sistemas tecnológicos eficientes e mais econômicos na parte operacional da atividade financeira, que envolve tanto o pagamento de contas e tributos, recebimento, registros bancários, etc. 

Sem o registro de todas as movimentações financeiras, não é possível fazer as projeções de fluxo de caixa e nem saber realmente qual é a soma total de todas as despesas. Quando a empresa está nesta situação, ela não consegue ver para onde estão indo os recursos e, portanto, não consegue agir na hora certa para aplicar a devida correção. A falta de controle financeiro também prejudica a situação fiscal da empresa, pois pode causar problemas com o fisco em casos de informações incorretas ou gerar inadimplência por negligência. 

Mesmo com a tecnologia ocupando um espaço cada vez maior nas práticas de trabalho, alguns empresários ainda resistem em digitalizar as finanças. Sem dúvida, hoje em dia, a melhor solução para melhorar o controle financeiro é a adoção de tecnologias de gestão e automação financeiras que auxiliam a rotina do setor. 

Uma das principais vantagens na adoção de plataformas de automação financeira, como aplicações em nuvem por exemplo, é que todas as informações geradas ficam armazenadas em backup, reunidas em um só lugar e acessíveis. Assim, é possível acompanhar as movimentações financeiras em tempo real e ter a garantia de que as tarefas e obrigações estão sendo realizadas quando deveriam. 

Outro benefício é que a tecnologia facilita o monitoramento das projeções orçamentárias, o que ajuda a manter os custos fixos e as despesas dentro dos limites do planejamento financeiro. A automação financeira também aumenta a produtividade ao reduzir o retrabalho e direcionar o trabalho dos funcionários para outras tarefas mais estratégicas que não só o operacional. E ainda, as novas tecnologias podem reduzir os custos com depósitos, pagamentos, emissão de boletos, envio de boletos, taxas de compensação, etc, principalmente com o surgimento dos serviços financeiros digitais. 

Fluxo de caixa descontrolado

A análise do fluxo de caixa permite que a empresa tenha previsibilidade de suas entradas e saídas, o que torna o controle financeiro melhor. Porém muitas empresas ainda não entendem ou desconhecem a importância da situação do caixa do negócio, e seguem com o descontrole, sem pensar no amanhã. Essa pode ser uma das origens dos gastos exagerados acima do faturamento.

O ponto de partida para analisar o fluxo de caixa é observar as datas em que as movimentações financeiras devem ocorrer, e então compreender quanto de dinheiro deve estar disponível para realizar as operações. É preciso ter planejamento, criar uma planilha definida e organizar os pagamentos em ordem. Ao saber exatamente quando haverá o recebimento e quando as despesas precisam ser pagas, é muito mais fácil prever e gerenciar a situação financeira do negócio.

O fluxo de caixa também serve como um indicador da “capacidade de endividamento” da empresa, e é algo que os analistas de crédito levam em conta na hora de avaliar os limites para a concessão de empréstimos ao negócio. 


Em resumo, uma empresa pode estar gastando acima do seu faturamento por diversos motivos, mas eles geralmente têm relação com a falta de planejamento, descontrole financeiro e má gestão do fluxo de caixa. 

Então, se o seu negócio está tendo dificuldades em equilibrar os gastos e o faturamento, você deve procurar logo  ajuda de quem é especialista em gestão financeira!

A Ampulheta oferece serviços de terceirização e gestão financeira que são adaptáveis à realidade da sua empresa! Nosso objetivo é impulsionar o setor financeiro dos nossos clientes para que eles possam prosperar e se desenvolver mais rápido! Entre em contato e conheça a nossa proposta!